logo_anba_pt logo_camera_pt
02/03/2017 - 16:54hs
Compartilhe:

Balança tem superávit de US$ 4,56 bi

Resultado é o maior para fevereiro desde o início da série histórica, em 1989. No bimestre, saldo comercial ficou positivo em US$ 7,3 bilhões, também recorde.



São Paulo – A balança comercial brasileira fechou fevereiro com um superávit de US$ 4,56 bilhões, o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1989. No bimestre o saldo também é recorde, somando US$ 7,3 bilhões.

O saldo positivo do mês passado é o resultado de US$ 15,472 bilhões em exportações e US$10,912 bilhões em importações.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) nesta quinta-feira (02), os embarques superaram em 22,4% o resultado de fevereiro do ano passado e ficaram 26,8% superiores a janeiro de 2017, pela média diária (US$ 859,6 milhões).

Puxaram para cima as vendas externas de produtos básicos, cujo avanço chegou a 48,3% sobre fevereiro de 2016, com destaque para petróleo bruto, minério de ferro, soja em grão, carne suína e carne de frango. Em manufaturados a alta foi de 5,7%, com destaque para óleos combustíveis, veículos de carga, automóveis de passageiros, óxidos/hidróxidos de alumínio e polímeros plásticos. Já os embarques de semimanufaturados subiram 2%, principalmente por conta de ferro fundido, óleo de soja bruto, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas e madeira serrada.

As exportações para o Oriente Médio cresceram 22,6% no mês, em comparação com fevereiro de 2016, com destaque para soja em grão, minério de ferro, carne de frango e bovina, tubos de ferro fundido, trigo em grão, café em grão, coque com petróleo, chassis com motor e bovinos vivos.

As importações de combustíveis e lubrificantes foram o destaque de crescimento no mês nas compras externas, com avanço de 34,9%, seguidas por bens intermediários, com alta de 16,3%. Em contrapartida caíram as compras de bens de capital (-9,8%) e de bens de consumo (-4,4%).

O Oriente Médio apresentou expansão de 48,3% nas vendas para o Brasil, com destaque para petróleo, ureia, adubos e fertilizantes, cloreto de potássio, partes e peças de aeronaves, álcoois acíclicos, inseticidas, ligas de alumínio, enxofre e sementes hortícolas.

*Com informações da Agência Brasil

Enviar por E-mail:





Comentários

Seu comentário será enviado para um moderador antes de ser publicado.





imagem_form