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06/06/2017 - 14:02hs
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Exportações de veículos batem recorde

Segundo a Anfavea, maio foi o melhor mês em volume de exportação, com 73,4 mil unidades embarcadas. Acumulado do ano também é o maior da história.



São Paulo – Com 73,4 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis de ônibus exportados, maio foi o melhor mês da história para exportações de veículos brasileiros, de acordo com dados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) na terça-feira (06). O volume supera em 51,1% a exportação de maio do ano passado e em 21,7% o resultado de abril.

O acumulado do ano também foi recorde: as montadoras enviaram para outros mercados 307,6 mil unidades, volume 61,8% superior ao dos primeiros cinco meses de 2016.

Em valores, os embarques de maio somaram US$ 1,470 bilhão – incluem aí as vendas externas de máquinas agrícolas, autopeças e serviços. O resultado supera em 56,9% as receitas com exportações de maio do ano passado e em 19,9% o faturamento de abril. De janeiro a maio, as montadoras faturaram US$ 6,040 bilhões, alta de 52,7% em relação ao mesmo período de 2016.

“Superou as nossas expectativas”, afirmou o presidente da Anfavea, Antonio Megale, à Agência Brasil. De cada três carros produzidos no Brasil, um é enviado ao mercado externo – e os principais destinos, segundo o executivo, são Argentina, Chile, Uruguai e Colômbia. “O nível de ociosidade ainda está próximo de 80%. O mercado de exportação é insuficiente para superar a fragilidade do mercado interno”, afirmou.

A produção de veículos alcançou 237,1 mil unidades em maio, crescimento de 33,8% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 25,1% na comparação com abril. No acumulado do ano, saíram das linhas de montagem 1,037 bilhão de unidades, avanço de 23,4%.

O mercado doméstico consumiu 195,5 mil veículos no mês passado, 16,8% a mais do que maio de 2016 e 24,6% acima de abril. Nos primeiros cinco meses do ano as vendas internas somaram 824,5 mil unidades, alta de 1,6% sobre igual período do ano passado. Megale considerou o resultado positivo, uma vez que foi o primeiro crescimento acumulado para o período desde 2014.

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