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29/09/2017 - 16:00hs
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Número de milionários cresceu 5% no Oriente Médio

Região tinha 643 mil pessoas com ativos de US$ 1 milhão ou mais no ano passado. Avanço da riqueza, porém, ficou abaixo da média global. No Brasil, quantidade de milionários aumentou 11%.



São Paulo – O número de milionários cresceu 4,8% no ano passado no Oriente Médio em relação ao ano anterior, segundo notícia publicada nesta sexta-feira (29) no site de notícias Arab News, com base no Relatório da Riqueza Mundial, da consultoria multinacional francesa Capgemini.

O levantamento revela que havia 642.800 milionários na região no ano de 2016. São consideradas milionárias pela pesquisa pessoas com ativos de US$ 1 milhão ou mais, excluindo o valor da residência principal e produtos colecionáveis e consumíveis. A fortuna combinada deles no Oriente Médio é US$ 2,42 trilhões.

A Arábia Saudita tinha o maior número de milionários na região em 2016, com 176 mil pessoas nessa condição contra 167 mil em 2015. O Kuwait, o segundo país no ranking, tinha 159 mil milionários no ano passado, 13 mil a mais do que no ano anterior.

De acordo com a pesquisa, a razão para o aumento da quantidade de milionários no Oriente Médio no momento em que o preço do petróleo caiu foi o forte desempenho dos mercados de ações em 2016, após declínios no ano anterior, e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Também no Brasil, apesar da recessão de 3,6% registrada em 2016, o número de milionários aumentou 10,7%, mais que o dobro do percentual do Oriente Médio. O País passou a ter 164 mil milionários. Assim como entre os países árabes, a disparada da bolsa também foi motivo para o avanço do número de afortunados.

A média global de crescimento foi de 7,5%. Mundialmente, 1,15 milhão de pessoas se juntaram ao grupo de milionários em 2016, que alcançou 16,5 milhões de pessoas. A riqueza total destas pessoas era de US$ 63,5 bilhões.

Estados Unidos, Japão, Alemanha e China tinham as maiores quantidades de milionários, mas os maiores crescimentos no número deles no ano passado foram registrados na Rússia (20%), Holanda (14%), Suécia (13%) e Noruega (13%). O Brasil foi o sexto da lista, atrás de Taiwan, com 12%.

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