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A logística entre o Brasil e os países árabes
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Quase a totalidade do transporte de cargas entre o Brasil e os países árabes é feito por via marítima. Até abril deste ano, os Emirados Árabes Unidos, a Arábia Saudita, Omã e Egito foram os principais países por onde chegaram as exportações do Brasil ao mercado árabe. Um total de 72 empresas operaram nesse comércio, sendo que quatro companhias concentram grande parte dessas operações. São elas a empresa do Kuwait Agility Logistics, a brasileira Aama International, a belga ECU Worldwide Logistics e a alemã Kuehne + Nagel. Governos na Ásia, Europa, Oriente Médio e América do Norte se tornaram signatários de um acordo para garantir que as operações logísticas portuárias não sejam interrompidas na pandemia da covid-19, visando melhores práticas sanitárias e de proteção à saúde, com compartilhamento de experiências entre os participantes.
Além desse acordo, outras ações vêm sendo tomadas para fortalecer a logística no mercado árabe, como o lançamento da primeira linha de transporte direto entre Jebel Ali, nos Emirados Árabes Unidos, Sokhna Port, no Egito, e Jeddah Islamic Port, na Arábia Saudita. A linha faz parte de um plano mais amplo do governo saudita de conectar o país com seus vizinhos do Oriente Médio, África e Europa. Leia mais AQUI sobre o transporte de mercadorias entre o Brasil e o mercado árabe em reportagem da ANBA com executivos do Unigroup.
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Egito-Mercosul: novos produtos com tarifa zero
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Quando o acordo de livre comércio entre o Mercosul e o Egito completar três anos, em setembro, novos produtos do Mercosul passarão a contar com tarifa zero para entrar no mercado egípcio e vice-versa. Todos os produtos que estão na categoria B do acordo terão desgravação de alíquota de importação. As mercadorias da categoria A já são isentas de taxa e nela se encontra a maioria dos produtos que o Brasil exporta ao Egito. Produtos da categoria C terão queda de imposto para 50% em setembro. Entre os artigos do Mercosul que vão passar a gozar da tarifa zero para entrar no Egito em setembro estão pasta química de madeira e café não torrado. A carne de bovino, desossada e congelada, e o milho, estão na categoria C. Na categoria B estão mais de 700 produtos do Mercosul. Entre os produtos que o Egito exporta para o Brasil também a maior parte está nas categorias A e B. Entre os que fazem parte desse último grupo e terão imposto zerado em setembro estão óleos de petróleo, gás natural e azeitonas. Na categoria B estão inclusos mais de 600 produtos egípcios.
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Mais soja brasileira no mercado árabeAs exportações de soja do Brasil para os países árabes cresceram no primeiro semestre deste ano em níveis superiores a anos anteriores, principalmente em função do valor do real perante o dólar. De janeiro a junho, o mercado árabe foi o sétimo principal destino da soja brasileira no exterior, com compras de US$ 279,8 milhões. Os grandes compradores árabes foram Argélia, Arábia Saudita e Tunísia. As importações árabes de soja do mundo ficaram em US$ 537,7 milhões no ano passado, valor 5% menor do que as realizadas em 2018. Os maiores importadores árabes do produto, em 2019, foram Arábia Saudita, Tunísia, Líbano, Argélia e Marrocos. Os principais fornecedores foram Estados Unidos, Brasil, Argentina, Uruguai e Canada.
Abaixo a balança comercial do Brasil com países árabes no 1º semestre.
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Brasil pode exportar produtos para covid-19 O Brasil flexibilizou em junho a exportação de produtos ligados ao combate da covid-19 que tinham os envios ao exterior proibidos ou restritos desde março. Artigos como álcool em gel, desinfetantes e artigos de laboratório, que precisavam de licença especial para a exportação, agora podem sair do país sem essa autorização. O governo brasileiro também abriu brecha para que equipamentos de proteção individual, ventiladores pulmonares, camas hospitalares e monitores de sinais vitais sejam exportados. É preciso, porém, autorização federal, que vai levar em conta questões humanitárias e condições internas de abastecimento, entre outros requisitos. Também foram tomadas novas medidas para facilitar a entrada no Brasil de alguns tipos de bens de capital, parte deles relacionados à pandemia. Passaram a ter tarifa zero para ingresso no país aparelhos móveis para aquisição de imagens por raio-x, máquinas automáticas para recravar tampas de alumínio em latas, carregadeiras de rodas, máquinas para chanfradura de vidros, etc.
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Câmara Árabe retoma certificação presencial A Câmara Árabe retomou parte das suas atividades de forma presencial no dia 01 de julho. As atividades do departamento de certificação voltaram a ser feitas na sede da entidade, na avenida Paulista, em São Paulo, e o atendimento para entrega de documentos ocorre no local. O horário é reduzido, das 10h às 14h. Para preservar a saúde e a segurança de colaboradores e do público, a Câmara Árabe adotou um protocolo de medidas preventivas ao contágio pela covid-19, entre elas a distribuição de materiais de proteção aos colaboradores, a exigência de higienização das mãos e aferição de temperatura por parte de todos que estiverem no local. A Câmara Árabe ainda não recebe visitantes ou faz atendimento de empresas e reuniões de negócios presenciais. Tudo segue ocorrendo de forma virtual. O retorno das demais atividades, além da certificação, será feito em momento oportuno.
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Comitê de mulheres da Câmara Árabe
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A Câmara de Comércio Árabe Brasileira criou um comitê feminino que vai trabalhar pela aproximação de mulheres do Brasil e dos países árabes. Chamado de "WAHI - Mulheres que Inspiram", o objetivo do comitê é fazer com que mulheres brasileiras e árabes se conheçam, troquem experiências em suas áreas de atuação e façam negócios. A iniciativa será lançada em evento virtual nesta quarta-feira (15).
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Pesquisa mostra quem são os árabes do Brasil A Câmara Árabe completou 68 anos no dia 02 de julho e vai marcar a data com a divulgação de uma pesquisa sobre a presença dos imigrantes árabes no Brasil. É a primeira pesquisa realizada especificamente sobre esse tema e ela identificou o percentual de pessoas de origem árabe na população brasileira, seu perfil educacional, social e profissional. Os dados serão apresentados no dia 22 de julho em evento virtual. Diplomacia, pagamentos, competitividade A Câmara Árabe segue promovendo webinars com temas de interesse de empresas árabes e brasileiras, com o objetivo de ajudá-las a manter os negócios durante o período da pandemia. Entre os últimos assuntos tratados estiveram as operações financeiras e o due diligence em comércio exterior, a diplomacia entre o Brasil e os países árabes e ferramentas de competitividade internacional.
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Benefícios para associados Empresas de serviços associadas da Câmara Árabe oferecem algumas vantagens e benefícios na prestação de trabalhos para outras empresas que fazem parte do quadro associativo da instituição. Entre esses benefícios estão descontos no valor dos serviços. Empresas brasileiras e árabes que são sócias da entidade podem usufruir. Confira AQUI quem são essas companhias e o que oferecem.
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NOTÍCIAS QUE RENDEM NEGÓCIOS
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Confira algumas reportagens publicadas pela Agência de Notícias Brasil Árabe (ANBA), site de notícias da Câmara Árabe:
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Missão virtual para agronegócio em Dubai abre inscriçõesEmpresas brasileiras do agronegócio interessadas em expandir seus negócios estão convidadas a participar da “Missão de comércio virtual do Agronegócio: Dubai”, programa que ocorrerá de 24 a 26 de novembro. O evento é organizado pelo Annual Investment Meeting (AIM), maior plataforma de investimentos na região do Oriente Médio e Norte da África (Mena).
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Empresas brasileiras começam a exportar álcool em gelEmpresas brasileiras fabricantes de cosméticos encontraram na produção do álcool em gel a possibilidade de amenizar os efeitos negativos da crise da covid-19 e agora começam a buscar espaço para o produto no exterior. A exportação do álcool em gel estava restrita no Brasil desde o final de março, por determinação do governo federal, mas foi liberada.
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Novos associados e renovações da Câmara Árabe
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