Ministério da Fazenda divulgou nesta quarta-feira (17) revisão da estimativa para avanço do PIB em 2017, de 1,2% para 1,6%. País deve voltar a crescer no último trimestre deste ano.
Autor: Agência Brasil
Taxa de desocupação subiu em todas as grandes regiões do País no segundo trimestre do ano.
Empresários da indústria ficaram mais confiantes de julho para agosto, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria. Indicador não ultrapassava 50 pontos desde março de 2014.
Instituto Brasileiro de Turismo apresentou nesta quinta-feira (15) o novo portal Visit Brasil, para divulgar o potencial turístico do País no exterior.
Instituições financeiras ampliaram de 7,2% para 7,31% estimativa de aumento de preços no Brasil e de 13,5% para 13,75% a projeção da taxa básica de juros.
Índice do Banco Central aponta que houve retração do PIB de abril a junho sobre o primeiro trimestre do ano. Em relação ao segundo trimestre de 2015, a queda foi bem maior, de 4,37%.
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social registrou prejuízo líquido no primeiro semestre deste ano. No mesmo período do ano passado instituição teve lucro R$ 3,5 bilhões.
Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda esperam déficit primário do governo central de R$ 158,8 bilhões neste ano. Projeção anterior era de R$ 155,5 bilhões.
IBGE fez levantamento sobre produção industrial em 14 locais do Brasil. Apenas em quatro houve recuo entre maio e junho. Um ficou estável.
O volume de vendas no varejo brasileiro avançou 0,1% de maio para junho, segundo o IBGE.
Projeção do IBGE para a colheita indica produção de 189 milhões de toneladas de grãos no Brasil, volume 9,8% menor do que no ano passado.
Nos nove aeroportos brasileiros que concentram as chegadas ao País para os Jogos Olímpicos desceram quase 3 milhões de passageiros de 31 de julho a 6 de agosto.
Instituições financeiras ouvidas pelo Banco Central acreditam que economia vai ter queda de 3,23% neste ano. Projeção da semana passada era de 3,24%.
Trajetória de recuo da economia mostrou relativa moderação de março a maio, segundo o Banco Central. Movimento é resultado de confiança maior de consumidores e empresários.

