Ouça a entrevista de Lídia Abrahim, fundadora de empresa que conta com mulheres ribeirinhas do Pará para produzir colares, brincos e outros adereços a partir de matéria-prima da floresta amazônica.
Chocolates sírios devem começar a ser exportados ao Brasil. Empresa de tâmaras da Tunísia está em conversas adiantadas para novos negócios. Esses são alguns dos resultados da participação de empresas árabes na feira paulistana, em espaço organizado pela Câmara Árabe.
Iniciativa tem o objetivo de ampliar resiliência e reduzir custos para companhias que atuam no emirado. Valor total anunciado é de US$ 410 milhões.
Pulseiras de muitas cores, brincos em formato de flor, colares que lembram folhas.
Essas são algumas das biojoias que a empresa Seiva Amazon Design, do Pará, confecciona tendo como matérias-primas principais a borracha natural e as fibras vegetais reutilizadas e contando com artesãs ribeirinhas no processo produtivo.
Em entrevista ao podcast da ANBA, a CEO da Seiva, Lídia Abrahim (foto), conta a história desse negócio sustentável e como ele se tornou exportador.
Foto: Divulgação













