Após três meses de queda, as exportações brasileiras para mercados árabes que ficam na região do conflito do Oriente Médio voltaram a crescer levemente em junho.
Economia
Companhia de tecnologia e defesa de Abu Dhabi chegou a acordo para aquisição da Akaer, com a qual já tem parceria. Negócio está sujeito a aprovação de autoridades regulatórias.
Preços foram pressionados por aluguel de imóveis e cuidados pessoais, segundo a Autoridade Geral de Estatísticas do país árabe.
Vendas estão 18,2% maiores no acumulado do ano e somam US$ 266,1milhões, segundo dados do Mdic. Carne bovina e gado vivo estão entre os principais produtos exportados.
Cotações registraram alta de 5% em razão dos novos ataques no Estreito de Ormuz e ameaças sobre cobrança de taxas sobre mercadorias.
Material genético poderá ser exportado ao país árabe, segundo anúncio dos ministérios das Relações Exteriores e da Agricultura e Pecuária.
Relatório da Unctad mostra que, em 2025, País recebeu US$ 77 bilhões em investimento estrangeiro direito. Emirados Árabes Unidos foram o 9º maior destino e a Arábia Saudita, o 13º.
Delegação do Ministério da Energia da Arábia Saudita se reuniu em Brasília com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e com a primeira-dama, Janja da Silva.
Fundo Monetário Internacional avalia que país tem feito esforços para buscar receitas em outros setores da economia, mas ainda depende das receitas do petróleo.
Indústria brasileira entregou 65 aeronaves, entre comerciais e executivas, no segundo trimestre do ano.
Em encontro de cúpula do bloco, ministro do país do Golfo afirmou que negociações continuam para a celebração de um acordo amplo.
Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III, em Três Lagoas, no estado do Mato Grosso do Sul, de propriedade da Petrobras, receberá R$ 5 bilhões para ser concluída.
País firmou acordos com fundo da Opep para dois projetos, um deles voltado a proteger grupos mais vulneráveis e outro com foco em infraestrutura resistente ao clima, segurança alimentar e cadeia de valor rural.
O Ministério do Petróleo do Iraque informou planos de restaurar a produção e a exportação aos níveis anteriores à guerra, priorizando embarques pelos portos do sul do país.

