Com a passagem de navios petroleiros no Estreito de Ormuz e Mar Vermelho ameaçada em função do conflito de Estados Unidos e Israel com o Irã, o barril da commodity disparou nesta quinta-feira (23).
Economia
Abra Group, controladora da Gol, Avianca e Wamos Air, firmou memorando de entendimento com a Etihad Airways, dos Emirados, para ampliar conectividade aérea entre América Latina, Oriente Médio e Ásia.
Fundo de Abu Dhabi firmou acordo-quadro com a empresa brasileira, em feira na Inglaterra, para colaboração em áreas como pesquisa e desenvolvimento de talentos.
Memorandos de entendimento foram assinados para levar adiante projeto de oleoduto de Haditha, no Iraque, até Banias, na Síria, na costa mediterrânea, uma alternativa de rota para o abastecimento internacional de petróleo. Conclusão deve ocorrer em dois anos e meio.
Após três meses de queda, as exportações brasileiras para mercados árabes que ficam na região do conflito do Oriente Médio voltaram a crescer levemente em junho.
Companhia de tecnologia e defesa de Abu Dhabi chegou a acordo para aquisição da Akaer, com a qual já tem parceria. Negócio está sujeito a aprovação de autoridades regulatórias.
Preços foram pressionados por aluguel de imóveis e cuidados pessoais, segundo a Autoridade Geral de Estatísticas do país árabe.
Vendas estão 18,2% maiores no acumulado do ano e somam US$ 266,1milhões, segundo dados do Mdic. Carne bovina e gado vivo estão entre os principais produtos exportados.
Cotações registraram alta de 5% em razão dos novos ataques no Estreito de Ormuz e ameaças sobre cobrança de taxas sobre mercadorias.
Material genético poderá ser exportado ao país árabe, segundo anúncio dos ministérios das Relações Exteriores e da Agricultura e Pecuária.
Relatório da Unctad mostra que, em 2025, País recebeu US$ 77 bilhões em investimento estrangeiro direito. Emirados Árabes Unidos foram o 9º maior destino e a Arábia Saudita, o 13º.
Delegação do Ministério da Energia da Arábia Saudita se reuniu em Brasília com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e com a primeira-dama, Janja da Silva.
Fundo Monetário Internacional avalia que país tem feito esforços para buscar receitas em outros setores da economia, mas ainda depende das receitas do petróleo.
Indústria brasileira entregou 65 aeronaves, entre comerciais e executivas, no segundo trimestre do ano.

