Mesmo em meio à volatilidade de preços de insumos para a agricultura, Brasil é visto como garantia no fornecimento de alimentos.
Economia
No primeiro debate da 5ª edição do Fórum Econômico Brasil & Países Árabes, o tema central foi a preocupação com os impactos dos conflitos no Oriente Médio na economia global e a busca por soluções alternativas para os negócios.
Na abertura do Fórum Econômico Brasil & Países Árabes, palestrantes afirmam que agenda da relação entre o Brasil e os árabes pode evoluir para além de trocas comerciais e destacam os desafios no Oriente Médio.
No acumulado do ano, o Brasil teve receita de US$ 161,4 milhões com exportações ao país do Golfo. Importações, por sua vez, estão em queda.
No primeiro semestre do ano, país produziu 14,8 milhões de barris de petróleo, número ainda pequeno em comparação ao período anterior ao conflito de 2011. Há parcerias com empresas estrangeiras para recuperar infraestrutura.
Multinacional dos Emirados que tem concessão para operar o porto sírio entregou três guindastes móveis que aumentarão em 40% a capacidade de movimentação de cargas de Tartous.
Empresa de importação 52W compra o alimento do país árabe e vende para varejistas, distribuidores e indústrias brasileiras.
Sonatrach e a Companhia Argelina de Fertilizantes assinaram contratos com empresas da Itália e da China para construção de instalações produtivas e portuárias de projeto de fertilizantes da Argélia.
Expansão foi impulsionada pelo setor não petrolífero, que cresceu 4,8% no período, segundo o Banco Central do Catar.
Faturamento cresceu 10% sobre o mesmo período de 2025, enquanto lucro líquido de R$ 1,1 bilhão foi 25% maior. Resultados positivos geram revisão para estimativa no ano.
Missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) afirma que país deverá crescer dois dígitos neste ano e continuar a reconstruir economia mesmo em meio a conflitos e desafios.
Expansão no segundo trimestre do ano ocorreu na comparação com o mesmo período de 2025. Queda no setor petrolífero é de 24,7%.
Colaboração com a produtora Montage Production, de Dubai, amplia a presença da empresa brasileira BIG Studios no Oriente Médio e fortalece sua estratégia de internacionalização.
Previsão é de expansão mesmo em meio a conflito no Oriente Médio. Receitas com exportação de petróleo foram sustentadas pela alta dos preços.

