Saldo da entrada e saída de dólares do Brasil teve o maior resultado desde maio do ano passado.
Autor: Agência Brasil
Alta ocorreu em outubro na comparação com setembro, segundo índice do Banco Central. Cálculo leva em conta variação em reais dos preços de produtos primários negociados no exterior.
Valor pago pelas empresas públicas e privadas neste ano aumentará 10,1% sobre o ano passado e beneficiará 84,7 milhões de pessoas, segundo cálculos do Dieese.
Produção foi de 2,36 milhões de barris por dia em setembro, um aumento de 12,6% sobre igual mês de 2013. Em relação a agosto deste ano, houve avanço de 1,4%.
Avanço foi de 0,8% em relação a agosto. Utilização da capacidade instalada e o índice de horas trabalhadas também aumentaram no mês.
Convênio permite aos importadores e exportadores dos dois países fazer e receber pagamentos em real ou peso, dispensando contrato de câmbio.
Mercado financeiro acredita em avanço de 0,24% para a economia brasileira neste ano. Na semana anterior, estimativa era de 0,27%.
Governos federal, estaduais, municipais e empresas estatais tiveram déficit primário em setembro. Foi o pior resultado desde o início da série histórica, em 2001.
Percepção dos brasileiros em relação à economia avançou pelo segundo mês seguido, segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria.
Valor foi registrado em setembro, com crescimento de 1,3% sobre agosto.
O país está em 120º lugar na avaliação do Banco Mundial dos países com facilidades para negócios. Pesquisa mede acesso à crédito, energia elétrica, abertura de empresas, entre outros.
Montante vindo de impostos e contribuições chegou a R$ 90,7 bilhões em setembro, recorde para o mês. Houve acréscimo de 0,92% sobre o mesmo mês do ano passado.
Um dia depois de atingir o maior valor desde maio de 2005, a moeda norte-americana fechou em baixa de 1,94% nesta terça-feira, vendida a R$ 2,47.
Alta foi de 13,4% em setembro, segundo Serasa Experian.

