Depois de ter ficado estável por dois meses, a produção da indústria brasileira teve expansão de 0,4% na passagem de setembro para outubro. Na comparação com outubro de 2009, houve aumento de 2,1%.
Autor: Agência Brasil
É o resultado da conta das exportações e importações brasileiras. No mesmo período do ano passado, o superávit era bem maior: US$ 611 milhões.
A recuperação ocorrida após a crise econômica de 2008 nos países da América Latina foi responsável pela redução da pobreza na região, segundo relatório da Cepal.
O investimento necessário para suprir a demanda energética do país nos próximos dez anos será de R$ 952 bilhões. Em petróleo e gás devem ser aplicados R$ 672 bilhões e em energia elétrica R$ 39 bi.
A população brasileira alcançou 190.732.694 pessoas, de acordo com levantamento do IBGE divulgado nesta segunda-feira (29). O crescimento foi de 12,3% sobre o último Censo.
As exportações do agronegócio devem representar US$ 75 bilhões na balança comercial brasileira este ano, segundo o secretário de Relações Internacionais Agronegócio do Mapa, Célio Porto.
O anúncio da equipe econômica do governo de Dilma Roussef provocou leve queda nas taxas de juros dos títulos públicos federais, muito procurados por estrangeiros.
No ano passado, a produção florestal brasileira somou R$ 13,6 bilhões, registrando avanço em relação ao ano anterior, quando o setor totalizou R$ 12,7 bilhões.
Nos dez primeiros meses deste ano, as despesas de viagem dos brasileiros ao exterior acumularam US$ 13,160 bilhões, superando todo o resultado do ano passado, que fechou em US$ 10,898 bilhões.
Os empresários brasileiros da indústria continuam otimistas em relação à economia, mas o grau de confiança caiu em novembro sobre o mês de outubro, de acordo com pesquisa da CNI.
Na terceira semana de novembro, as vendas brasileiras ao exterior somaram US$ 3,268 bilhões enquanto as importações ficaram em US$ 3,931 bilhões.
Segundo a Fiesp, entre julho e setembro deste ano, os importados atenderam a 22,7% do consumo interno, ante os 20,7% calculados no segundo trimestre. Esse é o maior valor registrado desde 2003.
Entre julho e setembro deste ano, segundo a Fiesp, os importados atenderam a 22,7% do consumo interno, ante os 20,7% calculados no segundo trimestre. Esse é o maior valor registrado desde 2003.
O dado foi apresentado pela Agência Nacional de Telecomunicações. Os estados com maior concentração são o Distrito Federal, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

