Produto Interno Bruto do País avançou no trimestre encerrado em janeiro sobre os três meses anteriores, de acordo com pesquisa da Fundação Getulio Vargas.
Autor: Agência Brasil
Os gastos da indústria brasileira cresceram no último trimestre de 2017, impulsionados pelos preços da energia e de produtos intermediários.
Dados do Banco Central mostram que economia recuou no Brasil no começo deste ano sobre dezembro. Na comparação com janeiro de 2017, houve crescimento de 2,97%.
Volume de serviços caiu sobre dezembro no Brasil, após duas altas consecutivas. Dados são do IBGE.
Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central acreditam que Governo Central terá saldo negativo de R$ 139 bilhões neste ano.
Resultado negativo de 2017 é decorrente de despesas extraordinárias. Sem eles, estatal brasileira teria lucro liquido de mais de R$ 7 bilhões.
Volume de vendas do comércio varejista avançou em janeiro sobre dezembro, segundo pesquisa do IBGE. Em doze meses, alta é de 2,5%.
As instituições financeiras diminuíram a projeção para o crescimento da economia brasileira em 2018. Na semana passada, a estimativa era de 2,90%. Agora é de 2,87%.
A maioria dos 14 locais pesquisados pelo IBGE registrou queda na produção em janeiro deste ano sobre dezembro de 2017. Maior recuo foi no Paraná.
IPCA de fevereiro foi o mais baixo em dezoito anos, segundo o IBGE. No ano, taxa acumula 0,61%.
Moeda norte-americana encerrou esta quinta-feira cotada a R$ 3,265, com valorização influenciada pelo aumento das tarifas de importações de aço e alumínio nos EUA.
A Conab melhorou sua estimativa para a colheita 2017/2018 e o IBGE divulgou projeção de safra maior para 2018. Apesar disso, deve haver recuo sobre ano anterior, quando cultivo foi recorde.
Valores dos produtos com cotação internacional subiram em fevereiro sobre janeiro. Também houve alta em doze meses.
Índice de preços que leva em conta produção, consumo e construção aumentou 0,15% em fevereiro, mas acumula deflação de 0,19% em doze meses.

