Em novembro as compras externas somaram mais de US$ 6 bi. O recorde mensal anterior, de US$ 5,9 bi, foi registrado em julho de 1997. Segundo especialistas, o reaquecimento da economia brasileira, aliado à alta do preço do petróleo, incentivou o aumento de 42,7% em relação a novembro de 2003. As importações do Oriente Médio cresceram 122%.
Autor: Alexandre Rocha
A unidade deve entrar em operação em 2009 e diminuir a dependência do país em insumos importados. Hoje a produção nacional supre somente 50% da demanda. Com a nova fábrica, o percentual vai subir para 70%.
O unidade poderá ser construída em São Paulo, no Rio ou no Espírito Santo. O detalhamento do projeto será concluído em seis meses.
Algérie Presse Service Haia (Holanda) – A conferência ministerial sobre parceria euro-mediterrânea, que começou na segunda-feira (29) em Haia, na Holanda, e contou com a presença do ministro argelino de Relações Exteriores, Abdelaziz Belkhadem, deve dar novo impulso à cooperação entre os dois lados do Mar Mediterrâneo. A conferência reúne ministros de relações exteriores de
De acordo com o diretor de abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, o aumento do consumo de derivados de petróleo poderá fazer a companhia antecipar sua decisão. Anteriormente se imaginava que a construção só seria iniciada em 2007.
Da Agência Brasil Brasília – O saldo acumulado da balança comercial chegou a US$ 30,196 bilhões, com exportações de US$ 87,28 bilhões e importações de US$ 57,084 bilhões. No mês de novembro a balança registrou superávit de US$ 2,077 bilhões porque as exportações do mês alcançaram US$ 8,159 bilhões e a importações US$ 6,082 bilhões.
O Brasil já exporta carne bovina para 140 países. Na avaliação do diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes, Antonio Camardelli, o número de destinos vai subir, no mínimo, para 150. As vendas externas, segundo ele, vão aumentar pelo menos 10%. Os países árabes já respondem por 16% das receitas obtidas pelo setor no exterior e vão continuar a crescer em importância.
Pesquisa anterior apontava uma retração de 0,2% na economia do Brasil em 2003. Agora o IBGE diz que houve um aumento de 0,5% no conjunto das riquezas produzidas no país. Segundo o instituto, o Produto Interno Bruto somou R$ 1,556 trilhão no ano passado.
A indústria foi o setor que mais cresceu no período (2,8%). Já a agricultura teve uma queda de 3,6%.
A mineradora e indústria brasileira, que pertence à Vale do Rio Doce e à BHP Billiton, vai fornecer 1,7 milhão de toneladas de pelotas de ferro à Qatar Steel Company, estatal do país árabe, até 2010. Em números de hoje, o valor do negócio gira em torno de US$ 80 milhões, mas pode variar de acordo com flutuação do preço do produto no mercado internacional. Hoje o mercado árabe absorve 22% da produção da companhia.
Da redação São Paulo – Nos últimos anos o Brasil tem liberalizado e aumentado cada vez mais seu regime de comércio exterior, o que resultou em uma economia mais flexível e uma maior resistência a choques externos. No entanto, o país ganhará ainda mais se souber lidar com algumas distorções econômicas e barreiras ainda existentes.
O presidente brasileiro recebeu nesta segunda-feira, em Brasília, seu colega paquistanês, Pervez Musharraf. Eles assinaram acordos nas áreas de segurança alimentar, combate ao narcotráfico, isenção de vistos e para a criação de um mecanismo de consultas recíprocas.
Agência Brasil São Paulo – A taxa de desemprego caiu pelo sexto mês consecutivo na virada de setembro para outrubro na região metropolitana de São Paulo, passando de 17,9% para 17,6% da população economicamente ativa. De acordo com a pesquisa de emprego e desemprego da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e do
A informação foi divulgada por Mourad Cherif, presidente do OCP, grupo que atua na extração, processamento e comercialização de fosfato e derivados. Ele chefiou a delegação de empresários do país árabe que esteve em São Paulo para participar de rodadas de negócios. Os encontros ocorreram paralelamente à visita do rei Mohammed VI ao país. Cherif, que já foi titular de três ministérios no Marrocos, ainda detalhou à ANBA uma série de outras oportunidades de negócios entre brasileiros e marroquinos.

