O maior investidor é a Arábia Saudita, seguida do Kuwait, Líbia, Emirados Árabes Unidos, Líbano e Bahrein. Nas sete zonas francas do país, a maior parte dos aportes vem do Kuwait. A legislação egípcia concede benefícios para empresas estrangeiras interessadas em se instalar por lá.
Autor: Alexandre Rocha
Segundo levantamento divulgado pelo IBGE, houve aumento de atividade em todos os setores da economia. No ano passado o PIB do país diminuiu.
Especializado em rebocadores e embarcações médias, Wilson, Sons quer produzir navios de apoio e suprimento para plataformas marítimas. O BNDES vai financiar as obras com US$ 1,9 milhão, 85% do total necessário.
Parceria foi firmada entre a Brasilinvest, do empresário Mário Garnero, e a China International Trust and Investments. De acordo com o ministro do Planejamento, Guido Mantega, as prioridades são a ferrovia Norte-Sul e o o porto de Itaqui, no Maranhão. A contrapartida para os chineses será dada em soja e minério de ferro.
Ao todo, R$ 9 milhões serão destinados ao projeto, resultado de uma parceria entre a Apex, a Associação dos Produtores Independentes de TV, o Ministério da Cultura e o Sebrae.
Há um ano, a instituição, sediada em São Paulo, oferece linha de crédito exclusiva para os negócios com a região. Seu acionista majoritário é a Arab Banking Corporation, banco controlado pelos governos de Abu Dhabi, Kuwait e Líbia. Créditos para investimentos em infra-estrutura também estão nos planos.
Estatal petrolífera OOC firmou joint-venture com companhias dos Emirados e da França para transportar petróleo e derivados. O aporte de capitais foi de US$ 430 milhões. A frota terá modernos navios de casco duplo. No ano passado, o governo local já havia fundado uma transportadora destinada ao setor de gás natural liquefeito.
Deverão ser colhidas 1,5 milhão de toneladas no estado, contra 751,4 mil no ano passado. A área plantada aumentou 20%.
Embaixador do país árabe reuniu-se recentemente com o governador Geraldo Alckmin e com o secretário do Desenvolvimento Econômico, João Carlos Meirelles. Existem possibilidades de parcerias nas áreas da saúde, alimentos e construção civil.
Estimativa é da Dubai Ports Authority, empresa que administra três terminais locais. No ano passado passaram por lá 5,15 milhões de contêineres. A companhia quer assumir também a exploração de portos no Iraque.
Evento, que será realizado nos dias 29 e 30, vai debater os desafios dos setor de saúde no novo milênio e tem o apoio da Liga Árabe, da OMS e do Banco Mundial.
Foram investidos US$ 60 milhões na construção da unidade, que vai produzir cerca de 10 mil carros por ano e empregar 500 pessoas. O objetivo é atender o mercado local e dos demais países árabes.
De acordo com o diretor do Programa Nacional de DST/Aids, Alexandre Grangeiro, a idéia é desenvolver novas tecnologias e remédios para baratear os custos do tratamento da doença.
Como exemplos o presidente citou a atuação do G-20 junto à Organização Mundial do Comércio e a revitalização do Mercosul.

