De olho nos mercados do Oriente Médio e norte da África, empresas do setor de equipamentos para laboratórios e odontológicos vão aos Emirados em fevereiro expor seus produtos na MedLab e na AEEDC.
Autor: Da Redação
Sabic registrou avanço de 4,5% nos ganhos em 2017, mas queda de 18,6% no quarto trimestre do ano. Recuo ocorreu no final do ano principalmente em função de parada de plantas para manutenção.
Evento acontece toda terça-feira há mais de um ano no Fatiado Discos e Cervejas Especiais, e é uma parceria com a Ocupação Leila Khaled, que abriga refugiados Sírios e Palestinos em São Paulo.
Por meio do programa Brazilian Health Devices, um convênio com a Apex-Brasil, indústria de equipamentos de saúde levará empresários para os Emirados.
Registro deve ser feito online na página do Ministério da Justiça. Antes o procedimento era realizado por e-mail.
Estimativa é do Ministério do Turismo, que espera também um número recorde de turistas no Brasil durante o feriado.
O Fórum Global de Negócios ocorre em 27 e 28 de fevereiro no emirado. Encontro é organizado pela Câmara de Comércio de Dubai e tem apoio da Câmara Árabe Brasileira.
Ministério de Minas e Energia divulgou que vendas externas do setor somaram US$ 46,4 bilhões e importações totalizaram US$ 23 bilhões no ano passado, o que resultou num saldo de US$ 23,4 bilhões, o maior em cinco anos.
Executivo de exportação do setor de carnes com anos de experiência nos mercados do Oriente Médio e Norte da África, Rada Saleh vai falar sobre aspectos culturais das negociações com árabes.
Pesquisa da CNI mostra desempenho melhor em dezembro 2017 do que no mesmo mês dos dois anos anteriores. Expectativas dos empresários estão mais positivas.
Representantes do Ministério da Agricultura do país árabe vão divulgar os produtos para importadores brasileiros em encontro na próxima segunda-feira, na Câmara Árabe. Inscreva-se.
Empreendimentos hoteleiros receberam mais de 4,8 milhões de hóspedes no ano, um crescimento de 9,8% em relação a 2016.
Segundo a Abear, demanda entre as companhias aéreas brasileiras subiu mais do que a oferta, melhorando o aproveitamento das aeronaves.
Desempenho de 2017 frustrou a expectativa da agência de ONU, que previa crescimento. Houve um recuo de 16%, para US$ 1,52 trilhão. O Brasil, porém, recebeu mais recursos.

