Agência da ONU estima avanço econômico de 1,3% no próximo ano, após dois anos de quedas.
Autor: Da Redação
Região comprou 127,9 mil metros quadrados do produto nos onze primeiros meses deste ano, com recuo de 19,6%. Tunísia foi maior consumidor, mas Líbano, Marrocos e Egito também fizeram pedidos.
Aumento ocorreu em novembro sobre outubro. Em relação ao mesmo mês de 2015 houve queda de 33,4% na comercialização, segundo Abeifa.
Compras de fertilizantes pelo Brasil no mercado internacional somaram 22,3 milhões de toneladas de janeiro a novembro. Fornecimento de países árabes subiu mais, 32,2%.
Vendas aos dois países árabes recuaram no acumulado deste ano até novembro, mas exportações gerais do setor cresceram 3,6%, segundo números da Abicalçados.
Superávit registrado nas duas primeiras semanas de dezembro é resultado de exportações de US$ 4,817 bilhões e importações de US$ 3,952 bilhões.
Receita Federal publicou as normas do Simples Internacional, que deverá facilitar o acesso ao mercado externo para companhias de pequeno porte.
Saldo negativo cresceu 3,5% de janeiro a novembro em comparação com o mesmo período do ano passado. Produtos dos setores de energia e de alimentos tiveram maior peso.
Título será entregue no dia 13 e é inédito para áreas urbanas, segundo a ONU.
Países da região compraram 13,3% mais produtos em novembro, comparado com o mesmo mês de 2015, enquanto embarques totais caíram 3,1% no período.
Estatal Sonatrach estima embarcar 109 milhões de toneladas equivalentes de petróleo até o final do ano. Desempenho reflete crescimento da produção.
Região comprou 1,1 milhão de sacas do produto brasileiro neste ano até novembro, mas volume foi menor do que ano passado. Maior importador no mercado local é o Líbano.
Terminal aéreo nos Emirados Árabes Unidos estima movimento de 471,4 mil pessoas no ano como um todo.
Valor é o necessário para atender 93 milhões de pessoas pelo mundo em 2017. Número é recorde.

