O egípcio Mohamed Abdel Fattah e o secretário de Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo do estado de São Paulo, João Carlos Meirelles, querem incentivar a aproximação entre empresas de São Paulo e do Egito. A idéia é que uma região forneça para a outra matérias-primas e produtos semi-acabados para serem finalizados em zonas francas ou perto de portos. A intenção é fazer de São Paulo uma base para vendas de produtos egípcios na América do Sul e do E
Autor: Marina Sarruf
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico do estado criou três programas para aumentar o número de companhias exportadoras, que hoje somam 8,4 mil. Estes projetos incluem o patrocínio para que pequenos empreendedores possam participar de eventos internacionais, um catálogo de produtos e empresas e a realização de seminários.
Entre outras ações, a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) vai participar de uma feira em Amã, capital da Jordânia. Entre janeiro e outubro, as exportações do setor para a região chegaram a US$ 34,5 milhões e as importações a US$ 36,7 milhões. A indústria quer também participar do processo de reconstrução do Iraque.
Da redação São Paulo – Será lançado hoje (15) às 18h30, na biblioteca do Senado em Brasília, o livro "Sua Majestade o Deserto", escrito pelas brasileiras Magda Raupp e Dione Pasquotto. A obra conta a história da viajem das autoras que caminharam 250 quilômetros a pé pelo deserto do Saara, na Tunísia, durante oito dias. Além do lançamento do
De acordo com João Carlos Basílio da Silva, presidente da associação do setor, a vendas externas devem render US$ 330 milhões até o final do ano. O faturamento total do segmento pode chegar a R$ 12,9 bilhões, ou 17,3% a mais do que em 2003. Entre os novos mercados estão os Emirados Árabes Unidos.
Em visita ao Brasil, o diretor da ComputerMan, Abubaker Mustafa Mohd Khair, assinou um acordo para troca de tecnologia e intercâmbio de estudantes e professores com a instituição do Distrito Federal. Khair, que volta ao Sudão no sábado, pretende fechar outras parcerias similares até maio do ano que vem. Ele também tem interesse em levar para o país africano a tecnologia de cultivo de flores, já que a sua universidade vai abrir um centro de pesquisa da área na Etiópia.
Apesar de ser de pequeno porte, a empresa exporta moda praia e roupas de ginástica para 25 países, entre eles o Líbano e a Síria. As vendas externas ajudaram a empresa a passar de uma produção mensal de 5 mil peças ao mês para 10 mil.
A empresa catarinense Zen exportou neste ano 135 mil impulsores de partida para Emirados Árabes Unidos, Síria, Jordânia e Líbano, além de Israel e Irã. O envio das peças para a região representou cerca de 1,65% das vendas totais da empresa. A meta da Zen é elevar este percentual para 3% em 2005. A companhia é líder nacional no segmento e exporta para mais de 50 países.
A nova espécie herbívora, encontrada no Rio Grande do Sul, em 1998, pertence ao grupo dos maiores animais terrestres que já existiram na terra.
Formada desde o ano passado, a Jihad Smaili vem agitando as noites dos paulistanos ao som da verdadeira música árabe clássica e folclórica. Com o objetivo de aproximar as duas culturas, os músicos do grupo vão realizar a 1ª Festa do Camelo, em São Paulo.
O Magic Brazil, que reúne sete empresas do Rio Grande do Sul, participa pela segunda vez da Big 5 nos Emirados Árabes Unidos, maior feira de construção civil do Oriente Médio. Ao seu lado estão quatro outros grupos empresariais do Brasil, como o Coopslate, de Minas, que quer começar a vender para a região. O setor de construção deve movimentar US$ 200 bi até o final do ano nos seis países do Conselho de Cooperação do Golfo.
Os dois países compram entre 900 e mil peças das 1,5 mil que Amarilis Fernandes exporta por coleção. Ela criou vestidos exclusivos de festa, bordados e coloridos, após começar a vender para as mulheres árabes. A empresária tem compradores também na Grécia, Japão, EUA e Itália.
O Kuwait responde por 80% das vendas da empresa brasileira no Oriente Médio. São enviados cerca de 720 pares ao mês para os dois países árabes. Hoje, 15% dos produtos da Opananken são comercializados no mercado internacional. No próximo ano, a empresa pretende dobrar a produção e elevar as exportações para 25% do total fabricado.
A estimativa é da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frango (Abef). Se confirmado, o número será 40% maior do que o registrado em 2003, um recorde para o setor.

