São Paulo – O Banco Mundial anunciou na quinta-feira (29) a liberação de empréstimo de US$ 500 milhões ao Egito para fomentar a criação de empregos na região do Alto Egito. Nesta área vive 67% da população pobre do país. As informações são do site da instituição.
O empréstimo faz parte de um programa desenvolvido para apoiar o Egito com US$ 8 bilhões no período de 2015 a 2019. Os gastos dos recursos serão concentrados nas áreas mais pobre do Alto Egito, Qena e Sohag. Com o dinheiro, os governos destas áreas poderão oferecer uma melhor infraestrutura e serviços para o desenvolvimento econômico, criação de empregos e bem estar social.
“Estamos felizes em apoiar a ampliação dos esforços do governo em desenvolver as regiões mais atrasadas do Egito. Essa operação é uma parte chave do foco estratégico do Banco Mundial no Egito para promover empregos, combater a desigualdade entre regiões e melhorar a governança na entrega de serviços”, declarou Asad Alam, diretor do Banco Mundial para o Egito, segundo a nota de entidade.
De acordo com informações do Bird, o Alto Egito está atrasado em relação ao restante do país em termos de crescimento econômico, geração de empregos, conectividade e acesso a serviços de qualidade. A instituição destaca que o programa para esta região será desenvolvido em duas partes.
Na primeira, serão melhorados a governança para os serviços empresariais, a competitividade dos setores econômicos com potencial não atingido, o gerenciamento das zonas industriais e os serviços existentes nas seis zonas industriais da região. Na segunda parte, o programa irá apoiar a introdução de um sistema de recompensas financeiras com base no desempenho e aumento do orçamento dos governos locais.
“O programa tem um foco específico em lidar com os problemas de desenvolvimento institucional mais críticos em nível local oferecendo incentivos financeiros para fortalecer os serviços da governança local aos cidadãos”, explicou Ayat Soliman, gerente do Banco Mundial para o Desenvolvimento Urbano e Social e Gerenciamento de Riscos de Desastres para o Oriente Médio e Norte da África.


