Nelsinho Piquet ganhou as duas baterias da A1 Grand Prix, realizadas ontem em Brands Hatch, na Inglaterra. Em segundo lugar ficou o piloto australiano Will Power e em terceiro o mexicano Salvador Duran.
Esportes
A primeira corrida da A1 Grand Prix, categoria idealizada pelo xeque Maktoum Hasher Al-Maktoum, da família real de Dubai, será realizada em Brands Hatch, na Inglaterra. O carro da equipe brasileira, que pertence ao jogador Ronaldo, será pilotado por Nelsinho Piquet, campeão da Fórmula 3 Inglesa no ano passado e filho do tricampeão da Fórmula 1, Nelson Piquet.
O sêmen do cavalo RSC El Deb Haran, de propriedade do empresário Claudio Bagarolli, vai ser exportado para os Emirados Árabes Unidos para reprodução. Quem vai comprar é o haras Wrsan Stables. A venda foi fechada após a participação do animal, um Puro Sangue Árabe, no Campeonato Mundial de Enduro Equestre, que ocorreu nos Emirados em janeiro.
A A1 Grand Prix, categoria criada pelo xeque Maktoum Hasher Al-Maktoum, terá entre seus cartolas os jogadores Ronaldo Nazário e Luis Figo, do Real Madrid, e os campeões de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi, Alan Jones e John Surtees. As equipes só poderão ser patrocinadas por empresas ou marcas de seus países de origem.
A A1 Grand Prix terá como pontos altos a valorização dos pilotos, já que os carros vão ser idênticos, e a disputa entre países, uma vez que cada uma das 25 equipes representará uma nação. A equipe brasileira tem como principal investidor o jogador Ronaldo, do Real Madrid, e o bicampeão mundial de Fórmula 1, Emerson Fittipaldi, como diretor técnico.
A1 Grand Prix, competição entre países criada por Maktoum Hasher Al-Maktoum, terá sua primeira etapa em setembro, na Inglaterra, e contará com equipe brasileira.
A região está ampliando a sua estrutura esportiva para atrair competições internacionais e aumentar o fluxo de visitantes. O Catar, por exemplo, está reformando 14 estádios para receber os Jogos Asiáticos no próximo ano.
Da redação * São Paulo – As pessoas que visitarem a "Motor Sports Show", feira de auto esporte em Doha, capital do Catar, poderão ver lendários carros de Fórmula 1, entre eles a Benetton Ford na qual Michael Schumacher iniciou sua carreira na Fórmula 1 e a Lotus JPS 98T, bólido pilotado pelo inesquecível piloto Ayrton
Na categoria individual, o xeque Hazza bin Sultan Al Nahyan, que montou Hachim, completou a trilha de 160 quilômetros em 7 horas e 3 minutos. O Brasil terminou em sétimo lugar por equipes.
A prova de 160 quilômetros vai ocorrer na quinta-feira. Seis competidores do Brasil, quatro homens e duas mulheres, vão participar ao lado de representantes de outros 42 países, num total de 185 conjuntos. Entre os favoritos estão os cavaleiros de Dubai, Espanha, França, Itália e Estados Unidos.
Algérie Presse Service Dacar (Senegal) – Os irmãos Sofiane e Mustapha Mégueni, piloto e co-piloto, participantes do 27º Rali Dacar, conseguiram uma posição no pódio da competição no domingo (16), no Lago Rosa, cerca de 30 quilômetros a leste de Dacar, onde a corrida chegou ao fim. O Rali Dacar começou em 1º de janeiro em Barcelona na Espanha.
Algérie Presse Service Argel (Argélia) – A União Árabe de Futebol criou uma comissão que vai se reunir em Zurique, na Suíça, com o presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Joseph Blatter. O grupo vai pedir formalmente que a Fifa organize e fixe uma data para a realização da Copa das Nações Árabes.
Da redação São Paulo – A Federação Internacional do Automobilismo (FIA), principal entidade reguladora de corridas de automóveis no mundo, elegeu o Grande Prêmio de Fórmula 1 de Bahrein o mais bem organizado em 2004, segundo informa o site de notícias arabe AME Info. A administração do Grande Prêmio de Bahrein foi elogiada por ter
O tricampeão mundial e faixa-preta Carlão Santos trabalha na Abu Dhabi Combat Club, academia do xeque Tahnoom bin Zaied, filho do presidente dos Emirados. Ele está organizando o primeiro campeonato de jiu-jítsu do país árabe. O esporte começou a se disseminar nos Emirados depois que Tahnoom tomou aulas com o também brasileiro Nelson Monteiro, quando estudava nos Estados Unidos, há sete anos.

