Empresa brasileira investiu US$ 150 milhões em negócio de produção de carne de aves, bovina e ovina no país árabe, que tem fatia também da Oman Food Capital (OFC).
Agronegócio
País do Golfo foi o principal destino das exportações brasileiras em janeiro. Arábia Saudita foi o terceiro maior cliente, segundo a ABPA.
Com ano de bienalidade positiva, aumento de área e de produtividade, Conab estima uma produção de café de 66,2 milhões de sacas para o Brasil, acima do volume registrado em 2020, no qual houve recorde.
Mercado brasileiro comprou menos adubos no exterior em novembro do ano passado. No acumulado de janeiro a novembro, porém, entregas do insumo estrangeiro estão em alta.
Um dos maiores produtores mundiais de proteína, companhia brasileira afirma que objetivo é posicionar o país do Golfo como um centro de produção e exportação de alimentos halal.
Ministro da Agricultura afirma que país vai apoiar produtores rurais em ações que promovam o desenvolvimento do campo e ampliem produtividade.
AgroBR vai participar das mostras World of Coffee e Gulfood no Emirado entre 18 e 30 de janeiro com 48 representantes de empresas brasileiras.
Ministério da Agricultura, Recursos Hídricos e Pesca estima que colheita da temporada 2025/2026 atingirá 404 mil toneladas.
Ministério elabora prioridades para desenvolver setor considerado fundamental para alcançar estabilidade econômica e segurança alimentar.
Agricultura e pecuária do Brasil tiveram receita de US$ 169,2 bilhões com exportações no ano passado. Apesar de pequeno recuo nos preços médios dos produtos, aumento de volume sustentou desempenho.
Argélia, Egito e Emirados aumentaram expressivamente as importações de carne bovina brasileira no ano passado. O Brasil bateu recorde nos embarques do produto.
Emirados Árabes Unidos foram o maior importador de carne aviária do Brasil em 2025. A Arábia Saudita ocupou a terceira posição no ranking. Os dois aumentaram as aquisições. Apesar dos desafios da gripe aviária, volume geral de embarques cresceu no ano.
Mercado mundial de açúcar deve seguir em crescimento, mas com oferta mais folgada e preços mais moderados na safra 2026/2027, segundo análise do Cepea. Produção brasileira é projetada em 41 a 44 milhões de toneladas.
Após negociações fitossanitárias, países liberaram as compras de insumo para alimentação animal oriundo do Brasil.

