Países árabes apresentarão seus produtos em 214 metros quadrados em três pavilhões na feira supermercadista Apas, que começa nesta segunda-feira (15) em São Paulo. Trazidas pela Câmara Árabe, empresas oferecerão produtos como azeites, doces, frutas congeladas e especiarias.
Agronegócio
Produção de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 302,1 milhões de toneladas no País neste ano, com alta de 14,8% sobre 2022.
Arábia Saudita importou 119,5 mil toneladas de carne de frango brasileira de janeiro a abril e foi um dos destaques do período.
Pela primeira vez com um pavilhão nacional no Salão Internacional de Agricultura no Marrocos, os brasileiros se destacaram com produtos como açaí e pimentas. Também foram apresentados máquinas e fertilizantes do Brasil.
País árabe deve produzir neste ano 4,7 mil toneladas da fruta e faz esforço para conseguir atender toda a demanda doméstica.
A 15ª edição do Salão Internacional de Agricultura no Marrocos acontece de 02 a 07 de maio em Meknès. Ministério da Agricultura, junto com a Embaixada do Brasil em Rabat, levam 11 empresas.
A companhia Red Sea Global, da Arábia Saudita, anunciou o desenvolvimento de empreendimento hortícola para gerar mais de 25 milhões de plantas até 2030, com foco em espécies do deserto.
A Plena Alimentos tem sede em Minas Gerais e começou a exportar em 2013. Hoje, atende quase todos os países árabes e está investindo em produtos processados para diversificar seu portfólio e ampliar as vendas.
Levantamento mostra que exportações brasileiras de pescados cresceram 15% no ano passado para US$ 23,8 milhões. Líbia foi o quarto maior destino.
Vendas externas do setor, que inclui pintos de um dia e ovos férteis, cresceram 93,7% em março. Arábia Saudita fez compras significativas, segundo a ABPA.
As plantas são cultivadas na província de Taif. As fazendas dessas rosas ficam principalmente nas montanhas Sarawat e colhem cerca de 550 milhões de flores anualmente.
País vive falta extrema de chuvas com expectativa de safra “catastrófica”, segundo liderança agrícola local. Problema deve trazer maior dependência de importações.
Vice-governador de Rondônia discutiu com o secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira uma série de ações para incentivar relação comercial do estado com o mercado árabe. Exportação de tambaqui deve ser um dos focos da cooperação.
Consultor analisa impactos no mercado. Redução também aconteceu no volume comprado no País, segundo dados da ANDA.

