Produção brasileira em 2018 deverá ser de 54,44 milhões a 58,51 milhões de sacas de 60 quilos.
Agronegócio
Em 2017, os países da região representaram 5% das vendas do setor. O Líbano e a Síria foram os que mais compraram em volume, e Argélia e Iraque os que mais cresceram no comparativo com 2016.
Vendas externas da agropecuária brasileira somaram US$ 96 bilhões no ano passado. Soja foi o principal produto exportado.
Índice global de valores medido pela FAO avançou 8,2% no ano passado sobre 2016. Em dezembro, porém, houve um recuo de 3,3% em relação a novembro.
Após uma produção recorde de 237,7 milhões de toneladas no último ciclo, a colheita no Brasil poderá cair para 227,9 milhões de toneladas na temporada atual.
Relatório encomendado pelo Grupo de Trabalho da Soja (GTS) indica que a soja respondeu por 1,2% do total desflorestado por corte raso.
Vendas externas do produto brasileiro somaram US$ 7,2 bilhões em 2017. Oriente Médio respondeu por fatia de 33,5%.
Ministério da Agricultura espera que a Organização Mundial de Saúde Animal reconheça o status em maio, durante reunião em Paris.
Dados da NASA, de novembro deste ano, são parecidos com os pesquisados pela Embrapa Territorial.
País africano deverá fechar a próxima safra na liderança da produção entre os árabes, além de ter o maior crescimento global durante o período.
Previsão para a safra atual é de 39,46 milhões de toneladas. Aumento irá ocorrer mesmo com redução da colheita.
País comprou 5,9 milhões de toneladas da região de janeiro a novembro. Volume corresponde a 24% do total adquirido no período.
Sete países da região estão na lista de 20 maiores compradores do Brasil. Dados foram apresentados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) nesta quinta-feira.
Para o presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, Nelson Carvalhaes, País ‘trabalha bem’ a região e há um aumento do consumo no mundo como um todo.

