Organização enviou equipe ao País, cujo trabalho pode resultar na entrada do Brasil para o grupo de frutas e hortaliças da OCDE.
Agronegócio
Estudo da FAO e OCDE indica menor crescimento na demanda por alimentos básicos nos próximos dez anos e tendência de baixa nos preços das commodities.
Aumento do índice medido pela FAO ocorreu sobre maio. Em comparação com junho do ano passado houve um crescimento de 7%. Trigo e carnes puxaram o indicador.
Vendas externas renderam US$ 2,4 bilhões de janeiro a maio, um aumento de 4,1% sobre o mesmo período do ano passado.
As vendas externas brasileiras renderam US$ 3,6 bilhões no primeiro semestre. Foram embarcadas mais de 2 milhões de toneladas. Egito foi um dos mercados de destaque no período.
Bloco europeu liberou mais 78 mil toneladas de açúcar bruto e 4.766 toneladas de carne de frango.
Grupo pretende vender propriedades, participações e empresas no valor de US$ 6 bilhões no Brasil, Estados Unidos, Canadá e Irlanda.
Fechamento de postos de trabalho ocorreu em maio, com peso importante do setor de açúcar e etanol.
Programa Agricultura de Baixa Emissão de Carbono vai disponibilizar R$ 2,3 bilhões para financiamento de plantação, melhoramento e manutenção de lavouras de cacau.
Vendas à região somaram US$ 689 milhões em maio. Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos estão entre os maiores mercados do setor.
Segundo o Cecafé, os embarques para a região somaram 486,8 mil sacas de janeiro a maio. Vendas externas do Brasil, em geral, também recuaram.
Governo federal anunciou recursos para a safra 2017/2018. Valor é superior em R$ 5 bilhões ao disponibilizado na colheita passada.
Empresa comprou nove unidades, sendo cinco na Argentina, três no Paraguai, uma no Uruguai. Investimento chega a US$ 300 milhões.
Dados da ABPA indicam que volume de exportações somaram 349,9 mil toneladas em maio. No acumulado do ano, setor apresenta recuo de 5,6% no volume de embarques.

