Com essa frase o embaixador brasileiro resumiu as relizações da 11ª reunião da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento, encerrada nesta sexta-feira (18), em São Paulo. Para ele, as nações em desenvolvimento saíram conscientes da necessidade de diversificar suas economias.
Relações Exteriores
Um dos documentos finais da conferência, que termina hoje em São Paulo, prega que os países membros da Organização Mundial do Comércio têm a responsabilidade de dar respostas à questão do desenvolvimento em suas negociações comerciais. O texto pressiona também o sistema das Nações Unidas a perseguir as metas de redução da pobreza no mundo pela metade até 2015.
Isaura Daniel São Paulo – A embaixada do Paquistão no Brasil pretende formar um conselho entre empresários brasileiros e paquistaneses. A intenção é discutir ações que possam reforçar a cooperação comercial entre os dois países. A corrente comercial entre as duas regiões atinge hoje cerca de US$ 50 milhões ao ano. O Paquistão importa do Brasil produtos como minério
Candidatura foi apresentada ontem pelo secretário de estado do Ministério do Comércio do país árabe, Slaheddine Makhlouf. Segundo o embaixador tunisiano em Brasília, Hassine Bouzid, a próxima conferência, em 2008, terá de ser realizada em uma nação africana.
Segundo o embaixador argentino, Alfredo Chiaradia, que ocupa a presidência do comitê de participantes do Sistema Global de Preferências Comerciais, a terceira rodada de negociações não vai se limitar à redução de tarifas. Ele acrescentou ainda que o debate pode avançar para além do comércio de bens e englobar o setor de serviços.
A informação foi dada pelo secretário-geral da conferêcia, Rubens Ricupero. O texto será divulgado amanhã no encerramento do evento. Os temas centrais são a coerência nas negociaões e no comércio internacional e as políticas de desenvolvimento.
A informação foi dada pela embaixadora Naela Gabr, representante permanente do país árabe na ONU em Genebra, à ANBA. Ela destacou ainda a importância do G-20 para os países em desenvolvimento, que pela primeira vez conseguiram influir nas negociações da OMC.
O enviado especial do Reino do Bahrein, o xeque Salman Bin Khalifa Al-Khalifa, disse que cooperação e parceria são o melhor caminho para os países em desenvolvimento crescerem. O ministro de Comércio Exterior do Marrocos conclamou os representantes dos demais países presentes na Unctad, ontem (14), a pensarem em soluções para que os países pobres possam resolver suas dívidas. Além dos dois, também outro representante de país árabe, o ministro da Indústria e Comércio do Kuwait, fal
Prefeita participou da cerimônia de abertura da conferência da ONU. O governador Geraldo Alckmin acrescentou que a cidade e o estado são solo fértil para o debate de idéias.
Segundo o presidente, a idéia é fundar um órgão de formulação de políticas de financiamento para o desenvolvimento. Ele sugeriu que a instituição seja batizada com o nome do economista Celso Furtado, que foi homenageado hoje na 11ª Unctad.
Alexandre Rocha São Paulo – O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, disse na manhã desta segunda-feira (14), durante a cerimônia de abertura da 11ª Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) em São Paulo, que os países em desenvolvimento têm que aproveitar as oportunidades oferecidas pelo comércio
Alexandre Rocha São Paulo – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na manhã desta segunda-feira (14), durante a cerimônia de abertura da 11ª Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e o desenvolvimento (Unctad) em São Paulo, que o desenvolvimento "não é um presente" que será dado aos países em desenvolvimento e que
Os representantes da União Européia e Estados Unidos reiteraram ontem, na 11ª Unctad, o seu compromisso de acabar com os subsídios agrícolas. Um acordo sobre o tema deve estar melhor formatado até o final de julho. Ontem foi o primeiro dia da programação oficial da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento, que segue até sexta-feira (18), em São Paulo.
Geovana Pagel São Paulo – As negociações referentes ao acordo de livre comércio entre Mercosul e União Européia não terminaram na tarde deste domingo (13), como era esperado, porque os blocos não conseguiram chegar a um acordo. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou que a discussões sobre o assunto serão mantidas por 48

