São Carlos, em São Paulo, dá a largada, com R$ 21,4 milhões, para a criação da Cidade da Energia, pólo que reunirá áreas de pesquisa e centro de convenções sobre fontes energéticas alternativas.
Sustentabilidade
No ano passado, as doações foram para mais de 90 países. Nações asiáticas receberam 87% do total doado e nações africanas, 10%. O Fundo para o Desenvolvimento de Abu Dhabi foi o maior doador.
Segundo a montadora, a nova unidade, que será aberta no Marrocos em 2012, terá redução de 98% nas emissões de gás carbônico. Os demais 2% serão compensados com créditos de carbono.
Com investimento previsto de US$ 600 milhões, a Shams 1 é um projeto das empresas Masdar, Total e Abengoa. Ela promete ser a primeira do gênero no Oriente Médio.
A província de Nador, no Marrocos, desenvolveu, desde 2005 até este ano, 288 projetos sócio-educativos. Eles consumiram US$ 33 milhões.
A Emirates Hotels & Resort recebeu o Prêmio Para o Turismo do Amanhã, concedido pelo Conselho Mundial de Viagens e Turismo a empresas que se dedicam a um turismo sustentável.
A nação árabe, composta por três ilhas, lançou um plano para arborizar o país. Serão plantadas 254 mil árvores para compensar o desmatamento e combater as mudanças climáticas.
O braço da ONU para agricultura e alimentação premiou pesquisa brasileira em concurso sobre segurança alimentar. Ela mostra o sucesso de um município ao comprar alimentos escolares de agricultores.
A Universidade Rei Abdullah de Ciência e Tecnologia (Kaust) ganhou a primeira usina elétrica solar do país. A Arábia Saudita vai investir mais em energia solar, de acordo com o governo local.
O plano brasileiro do setor, para o período 2010/2019, prevê a expansão da oferta de energia fontes renováveis no país. O governo quer realizar apenas leilões de energias renováveis a partir de 2014.
O governo brasileiro promove em junho uma conferência internacional infantojuvenil sobre meio ambiente. Vão participar adolescentes de 52 países, entre eles do Catar, Egito, Iêmen e Palestina.
Vale, BNDES, Funcef e Petros vão constituir fundo de R$ 605 milhões. A meta é recuperar 450 mil hectares na Amazônia. Empresas buscam parceiros para acelerar projeto e já há interesse de árabes.
A companhia norte-americana e a instituição saudita KAUST querem criar uma usina de dessalinização usando energia solar. A meta é reduzir o custo da água e da energia usada no processamento.
No ranking da Ernst & Young, o país é o 19º mais atrativo para investimento em geração de eletricidade de fontes renováveis, como eólica e solar. O Brasil vai crescer acima da média mundial na área.

