São Paulo – A Câmara de Comércio e Indústria de Dubai (Dubai Chamber) promove sua primeira “Cúpula Global de Economia Islâmica”, nos dias 25 e 26 de novembro. O evento, promovido em parceria com a Thomson Reuters, vem ao encontro das diretrizes determinadas em janeiro por Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, vice-presidente e primeiro ministro dos Emirados Árabes Unidos e governador de Dubai, que pretende promover o emirado à ‘capital global’ da economia islâmica.
O evento irá reunir lideranças de todo o mundo para discutir o futuro de um mercado avaliado em US$ 4 trilhões. A cúpula irá abordar os seis pilares que integram a economia islâmica: finanças islâmicas, alimentos halal, estilo de vida halal, viagens halal, desenvolvimento de pequenas e médias empresas e infraestrutura da economia halal.
A cúpula servirá também o lançamento de estudos de mercado pioneiros sobre o tema e novos anúncios sobre os planos de tornar Dubai a capital da economia islâmica. “Como parte da iniciativa ‘Dubai: Capital da Economia Islâmica’, a Cúpula Global de Economia Islâmica de 2013 destaca um mundo de oportunidades na economia islâmica. E não há melhor lugar para se fazer isso que em Dubai, que é a conexão geográfica e econômica do mundo islâmico e um caldeirão de cidadãos de centenas de nacionalidades e dezenas de culturas”, destacou Mohammed Abdullah Gergawi, ministro da Casa Civil dos Emirados, em nota divulgada pela Dubai Chamber.
“Como um destino global crescente de negócios e lazer, Dubai é a escolha ideal para se tornar a capital da economia islâmica. Os Emirados já são um dos maiores mercados da região para os bancos islâmicos e vemos grandes oportunidades de fortalecer a indústria de alimentos halal, desenvolver políticas e leis comerciais, além do turismo islâmico, entre outros setores. A Cúpula Global de Economia Islâmica será a plataforma ideal para explorar estas ideias e começar um diálogo construtivo para o crescimento e desenvolvimento futuro”, acrescentou Abdul Rahman Saif Al Ghurair, presidente da Dubai Chamber, na mesma nota.
Para Sayd Farook, chefe global de Mercados de Capitais Islâmicos da Thomson Reuters, “no atual clima econômico global, a procura por mercados novos e com poucos serviços trouxe uma nova luz sobre o mundo muçulmano, e especialmente com relação aos setores de finanças islâmicas e alimentos e serviços halal. A convergência destas duas indústrias que seguem a sharia (lei islâmica) deve ser um novo motor de crescimento que une os mundos muçulmano e não muçulmano”, completou.


