São Paulo – O projeto Emap, sigla em inglês para Plantas Medicinais e Aromáticas Egípcias, vai trazer 14 empresas a São Paulo para negociar com companhias brasileiras. Será realizada uma rodada de negócios na Câmara de Comércio Árabe Brasileira no dia 24.
O projeto promove as exportações egípcias de especiarias, ervas medicinais e matérias-primas para perfumes. Trata-se de uma parceria entre os governos do Egito e da Suíça gerenciada pela Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido).
O diretor-geral da Câmara Árabe, Michel Alaby, e o executivo de Relações Governamentais da entidade, Tamer Mansour, tiveram uma reunião nesta terça-feira (18), no Cairo, com o coordenador geral do projeto, Mahmoud Abdelsalam, e com a consultora de desenvolvimento de negócios, Dalia Kabeel.
A delegação deverá chegar ao Brasil no dia 22 e parte dos empresários pretende visitar a versão brasileira da feira de alimentos Sial, que ocorre de 25 a 28 de junho, e a Biofach, de orgânicos, que será realizada de 27 a 30 deste mês, ambas na capital paulista.
Alaby e Mansour estiveram também com o chefe do Departamento de Quarentena Veterinária do Ministério da Agricultura do Egito, Youssef Mandouh Shalby, que informou que a liberação de importação de carne bovina do Paraná deverá ocorrer em julho. A compra foi suspensa após o governo brasileiro ter informado que um animal do rebanho do estado, morto em 2010, tinha o agente causador do mal da vaca louca, embora não tenha desenvolvido a doença, sendo considerado um caso “não clássico”.
Os representantes da Câmara Árabe tiveram ainda reuniões com executivos do grupo Ragab, que tem 40 supermercados, e com o secretário-geral da Associação de Importadores de Alimentos Congelados, Ahmed Tarek Abdo.


