|
Boletim da ANBA de 16 de março de 2020 ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏
|
| |
O Boletim da ANBA desta segunda-feira (16) traz reportagem sobre o levantamento que o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) fez a respeito das exportações do agronegócio brasileiro ao mercado árabe. Segundo a análise, o Brasil tem espaço para fortalecer os embarques, principalmente de carnes.
O texto faz parte do Estudo de Segurança Alimentar no Mundo Árabe – Potencial do Agronegócio Brasileiro, feito pelo Cepea, da Esalq/USP, em parceria com a Câmara de Comércio Árabe Brasileira, objeto de reportagem da jornalista Thais Sousa.
Saiba que os países do Golfo vão exigir a partir de maio que armazéns e câmaras frias para carnes bovinas e de frango também tenham certificação halal. A determinação é da GCC Accreditation Center (GAC) e da Emirates Authority for Standardization and Metrology (Esma), segundo empresas certificadoras. Leia ainda notícias sobre a balança comercial de alimentos da Tunísia e sobre as medidas que a Argélia está tomando para fazer frente à queda do preço do petróleo.
|
|
|
| |
| |
 | O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, apontou em novo estudo o grande potencial que o Brasil tem para ampliar exportações brasileiras à Liga Árabe. Segundo a pesquisa, o principal produto para esse fortalecimento dos embarques é a carne. O texto faz parte do Estudo de Segurança Alimentar no Mundo Árabe – Potencial do Agronegócio Brasileiro, feito com a Câmara de Comércio Árabe Brasileira. A Esalq é a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo.
|
|
|
|
|
| |
| |
 | Os países do Golfo vão exigir a partir de maio que uma nova norma seja seguida por exportações de produto halal, próprios para consumo de muçulmanos. Através da GCC Accreditation Center (GAC) e da Emirates Authority for Standardization and Metrology (Esma), a nova categoria J de certificação foi inserida entre os requisitos para armazéns e câmaras frias brasileiras por onde carnes bovina e de frango passarem após o abate.
|
|
|
|
|
| |
| |
 | A Tunísia obteve saldo positivo de 24,4 milhões de dinares, equivalentes a US$ 8,6 milhões pela conversão atual, na balança comercial do setor de alimentos no primeiro bimestre deste ano. Segundo dados do Ministério da Agricultura, Recursos Hídricos e Pesca tunisiano, divulgados pela Agence Tunis Afrique Presse (TAP), o superávit foi conseguido principalmente em função da queda de 2,3% das importações, causada pela diminuição dos preços internacionais de alguns alimentos.
|
|
|
|
|
| |
| |
 | O governo argelino anunciou nesta semana a preparação de um orçamento suplementar para fazer frente à baixa nos preços do petróleo, segundo informações publicadas em sites de notícias do mundo árabe. Grande parte da economia e das receitas geradas no país estão atreladas ao setor de petróleo e gás e a suas exportações.
|
|
|
|
|
| |
| |
 | A cantora sírio-palestina Oula Al-Saghir formou há cerca de três meses o grupo Nahawand, que traz músicas tradicionais árabes da Síria, Palestina, Egito e Líbano. Oula faz parte da Orquestra Mundana Refugi e formou a banda a partir dos encontros “Canja” de música árabe, em que cantava com músicos convidados.
|
|
|
|
|
| |
| |
 | O comércio de mercadorias não petrolíferas pelos portos de Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, registrou queda de 5,4% e totalizou US$ 58,08 bilhões em 2019, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Centro de Estatísticas do emirado.
|
|
|
|
|
| |
| |
 | A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) reconheceu nesta quinta-feira (12) o sistema de colheita de flores “sempre-vivas” na Serra do Espinhaço, em Minas Gerais, como “um engenhoso sistema de patrimônio agrícola mundial”. O registro, criado em 2002, distingue lugares onde a produção tradicional trabalha em prol da segurança alimentar das comunidades, respeitando a biodiversidade e a vida selvagem.
|
|
|
|
|