Dubai – A companhia imobiliária Sama Dubai, dos Emirados Árabes Unidos, vai implementar um projeto de US$ 25 bilhões na Tunísia, o Mediterranean Gate (Med Gate), ou "Portal do Mediterrâneo".
O Med Gate vai contar com a presença de companhias multinacionais, hotéis de luxo e instalações esportivas e recreativas. Além dos empregos que serão gerados durante a fase de construção, quando concluída a obra deve criar 350 mil novas vagas de trabalho na Tunísia.
Com obras de infra-estrutura em andamento desde dezembro de 2007, o projeto será dividido em 14 fases. A previsão é de que o Med Gate atraia 100 mil visitantes por dia, gerando oportunidades de crescimento econômico e turístico para o país árabe.
"Estamos trabalhando em parceria com o governo tunisiano e com empresas privadas para fazer do Med Gate um pólo comercial e de estilo de vida. Será o motor econômico da Tunísia", disse Farhan Faraidooni, diretor-executivo da Sama Dubai.
O Med Gate deverá combinar o estilo arquitetônico tradicional da Tunísia com elementos modernos, preservando a integridade paisagística e cultural do país árabe.
"O objetivo da Sama Dubai, e do presidente tunisiano Zine El Abidine Ben Ali, é que o projeto contribua para acelerar a evolução de Túnis como pólo de atração para investidores da África, Europa e Oriente Médio. O Med Gate deverá se tornar um pólo tecnológico, financeiro e comercial", disse Faraidooni.
Sama Dubai
A Sama (do árabe "alcançando o céu") é uma companhia da Dubai Holding, empresa fundada em 2004 para consolidar os diversos megaprojetos criados no emirado nos últimos cinco anos. A Dubai Holding é formada por 20 companhias que atuam nos setores de mídia, saúde, finanças, imóveis, energia e educação, e promove Dubai como centro internacional de negócios, comércio, industria e turismo.
Os projetos da Dubai Holding incluem o Burj Al Arab, Dubailand, Dubai Internet City, Dubai Media City e Jumeirah Group.
*Tradução de Gabriel Pomerancblum

