Da redação*
São Paulo – Um grupo de investidores sauditas, liderado pelo príncipe Alwaleed bin Talal, ofereceu US$ 2 bilhões por participação acionária de 2,7% no Banco da China, a instituição bancária mais antiga do país asiático, estabelecida em 1912. A decisão dos investidores faz parte da estratégia de aproximação da Arábia Saudita com a China, o segundo maior consumidor de petróleo do mundo.
*Tradução de Mark Ament

