As vendas internacionais de açúcar brasileiro cresceram 91% em quantidade e 83% em receita em julho. A Ásia foi um dos mercados que comprou mais.
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Acordos firmados nesta terça-feira (21) em Brasília devem ajudar a aumentar competitividade do agronegócio nacional no exterior e preveem ações para a atração de investimentos.
Dafza tem oportunidades para produtores de açúcar, carne bovina e de frango, café, e também para áreas não alimentícias como peças de aeronaves e de veículos, cosméticos e fármacos.
Annual Investment Meeting (AIM) convida empresas brasileiras do agronegócio interessadas em expandir seus negócios a participar de programa que ocorrerá em novembro.
VBP será de R$ 703,8 bilhões em 2020. Preços altos de carne bovina, laranja, arroz, feijão, tomate e trigo influenciam.
Setor se destacou em meio à recuperação econômica e durante a crise da covid-19. Câmbio valorizado e capacidade de exportar torna empresas da área atraentes para investidores estrangeiros.
Vendas internacionais brasileiras recuaram 4,2% no mês passado, mas agricultura e pecuária tiveram aumento significativo nos embarques.
PIB do Brasil caiu no primeiro trimestre deste ano sobre os três meses anteriores. Agronegócio foi único setor que avançou.
O professor e pesquisador Marcos Jank acredita que os países árabes ultrapassarão a União Europeia como destino das exportações brasileiras da agricultura e da pecuária em breve. Ele falou sobre o tema em programa do canal Terra Viva.
Brasil teve receita de US$ 10 bilhões com embarques de produtos agrícolas e pecuários no mês passado. Vendas de soja para a China impulsionaram desempenho.
O canal Terra Viva transmite o programa ‘Agro 360 – A diversificação dos produtos brasileiros no mundo árabe’ na próxima segunda-feira, 11 de maio, às 20h30. Câmara Árabe participa.
Índice da FAO aponta redução de 3,4% nas cotações dos alimentos no mês passado sobre março. Queda é expressiva. Só o açúcar recuou 14,6%.
Apesar da crise global pela pandemia de covid-19, setor elevou importações no mês de abril. A expectativa é que a demanda pelo produto no Brasil tenha crescimento de 1,5% a 3% neste ano.
Em webinar promovido pela Câmara Árabe, a ministra Tereza Cristina afirmou que os países árabes estão entre as prioridades da pasta no que se refere ao mercado externo em meio à pandemia da covid-19.

