Fluxo cambial ficou negativo em quase US$ 45 bilhões no ano passado, batendo o recorde de 1999.
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Saldo negativo nas contas públicas é menor que o registrado no mesmo mês de 2018, mas superior ao de outubro de 2019.
Saldo negativo em transações correntes ficou em US$ 2,2 bilhões em novembro e em US$ 45 bilhões no acumulado do ano. Investimentos estrangeiros diretos, porém, cobrem o rombo.
Estimativa de crescimento da economia brasileira este ano foi ampliada de 0,9% para 1,2%, após resultado do terceiro trimestre.
Corte de 0,5 ponto percentual foi o quarto consecutivo na Selic, que está em seu nível mais baixo.
Institutições financeiras consultadas pelo Banco Central ampliaram de 3,46% para 3,52% a estimativa de variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo em 2019.
Contas do setor público ficaram positivas em R$ 9,4 bilhões no mês passado.
Moeda norte-americana chegou ontem ao maior valor nominal desde o Plano Real, em 1994. Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, culpou a arrecadação inferior à esperada na rodada de licitações de petróleo realizada dia 06.
Índice de Atividade Econômica do Banco Central avançou no terceiro trimestre deste ano em relação aos três meses anteriores.
Comitê de Política Monetária reduziu a Selic de 5,5% para 5% ao ano na semana passada. Ata divulgada nesta terça-feira aponta para nova redução de 0,5 ponto percentual na próxima reunião do órgão.
É o que informa o boletim Focus, do Banco Central.
Ingresso de recursos externos no País recuou em agosto e no acumulado do ano, mas ainda é suficiente para financiar o saldo negativo em conta corrente.
Despesas em viagens internacionais somaram US$ 1,31 bilhão em agosto, uma queda de 5,24% sobre o mesmo mês do ano passado.
O comparativo é com o mês de junho deste ano. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo Banco Central.