Em pesquisa do Banco Central, instituições financeiras estimaram nesta semana inflação maior que a prevista na semana passada para o País.
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Moeda norte-americana encerrou o último dia útil de junho cotada a R$ 3,877 para venda. Alta se concentrou nos últimos três meses.
Contas da União, estados e municípios registraram déficit de R$ 8,2 bilhões em maio, valor bem menor do que os R$ 30,7 bilhões de saldo negativo do mesmo mês de 2017.
Instituição acredita que economia do Brasil avançará 1,6% em 2018. Estimativa anterior era de 2,6%.
Superávit na contas externas ficou em US$ 729 milhões em maio. No acumulado do ano, porém, há um déficit de US$ 4 bilhões.
Vendas vão continuar na próxima semana. O objetivo é conter a valorização do dólar frente ao real. Moeda norte-americana subiu 0,53% nesta sexta-feira.
Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central acreditam que economia brasileira avançará 1,76% em 2018. Projeção da semana passada era de crescimento de 1,94%.
Banco Central informou que deve oferecer o valor em contratos de swap cambial a partir da semana que vem para evitar volatilidade da moeda norte-americana.
Moeda norte-americana encerrou a quinta-feira cotada a R$ 3,812, com valorização de 2,64% sobre a véspera.
Falando em seminário no Rio de Janeiro, Ilan Goldfajn afirmou que normalização de taxas de juros em economias avançadas tem produzido volatilidade no mercado internacional.
Pelo terceiro mês seguido, País registrou superávit em transações correntes em abril.
Moeda norte-americana teve valorização de 0,61% sobre o real nesta quinta-feira. Foi a quinta alta consecutiva.
Instituições financeiras reduziram de 2,75% para 2,70% a projeção de avanço da economia brasileira este ano, segundo o Boletim Focus do Banco Central.
Índice de preços de commodities produzidas no Brasil cresceu quase 4% em relação a março, segundo o Banco Central. No ano, o indicador avança 3,64%.

