FMI pede que países do Oriente Médio e Ásia Central se apressem em reduzir dívidas diante de um cenário de condições financeiras globais mais apertadas.
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O saldo negativo nas contas foi registrado em setembro. Foi o segundo maior déficit da história para o mês.
De janeiro a setembro, saldo negativo chegou a US$ 5 bilhões, um aumento de 23% sobre o mesmo período do ano passado.
Instituição financeira estima saldo negativo de US$ 14,3 bilhões para o Brasil neste ano. Em junho, previsão era de déficit de US$ 11,5 bilhões.
Saldo ficou negativo em US$ 12,5 bilhões no período de janeiro a julho. Houve avanço das importações e das exportações.
Déficit primário ficou em R$ 25,135 bilhões, pior resultado para o mês na série histórica do Banco Central
Em março, País registrou superávit de US$ 798 milhões em transações correntes. No primeiro trimestre, porém, houve déficit.

