IBGE pesquisou 15 locais no Brasil e na maioria a indústria registrou avanço em agosto sobre julho.
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Instituição estimava 2,4% de crescimento para a economia brasileira em 2018, mas reduziu pela metade, para 1,2%.
A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico diminuiu sua projeção para o avanço da economia brasileira em 2018, de 2% para 1,2%.
Queda foi registrada no trimestre móvel encerrado em julho sobre os três meses anteriores, segundo pesquisa Monitor do PIB.
Julho foi o segundo mês seguido em que houve avanço na economia brasileira, segundo índice do Banco Central que tenta antecipar o movimento do PIB.
Variação foi registrada frente ao período de janeiro a março deste ano. Sobre o segundo trimestre de 2017, avanço foi de 1%.
Ouvidas em pesquisa semanal, instituições financeiras projetam crescimento de 1,47% para a economia brasileira neste ano. Estimativa da semana passada era de 1,49%. Expectativa é que inflação seja maior.
Instituição acredita que economia do Brasil avançará 1,6% em 2018. Estimativa anterior era de 2,6%.
Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central acreditam que economia brasileira avançará 1,76% em 2018. Projeção da semana passada era de crescimento de 1,94%.
País árabe é grande produtor de hidrocarbonetos e se esforça para fazer economia crescer. Cotações baixas do petróleo por quatro anos trouxeram consequências para orçamento argelino.
Produto Interno Bruto avançou 0,4% sobre os últimos três meses de 2017 e 1,2% em relação a igual período do ano passado.
Mercado financeiro acredita que economia brasileira crescerá 2,37% neste ano. Estimativa da semana passada era de 2,50%.
Relatório do organismo internacional sobre o País defende necessidade de reformas para crescimento no médio prazo. FMI, no entanto, percebe o Brasil resiliente a choques externos.
Falando em seminário no Rio de Janeiro, Ilan Goldfajn afirmou que normalização de taxas de juros em economias avançadas tem produzido volatilidade no mercado internacional.

