Companhia paranaense aposta em uma gama diversa de produtos de mate para exportar. Um dos objetivos é retomar embarques para o mercado árabe, onde teve clientes no passado. Conflito no Oriente Médio pode gerar necessidade de ajustes operacionais, mas empresa acredita que mercado tende gradualmente a se reorganizar.
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Anúncio foi feito em nota conjunto pelos ministérios da Agricultura e Pecuária e das Relações Exteriores e contempla também abertura de mercado para a macadâmia.
Laços imigratórios entre Síria e América do Sul disseminaram o consumo de mate no país árabe. Argentina fornece quase que a totalidade da erva importada pelos sírios, mas Brasil começa a abrir espaço nesse mercado.
Em palestra sobre os caminhos para o mercado externo da erva-mate paranaense, economista da Câmara Árabe aponta demanda do mercado árabe.

