Relatório de comissão da ONU adverte quanto a consequências do conflito no Oriente Médio sobre sistemas de energia, água e alimentos dos países árabes. Aumento de 20% nos preços da comida pode levar 5 milhões de pessoas à insegurança alimentar na região.
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Ao comentar os reflexos da guerra no Oriente Médio, durante apresentação de resultadosa da empresa nesta quinta-feira (26), Gilberto Tomazoni disse que JBS segue abastecendo região normalmente.
Apesar do fechamento de estreito marítimo no Oriente Médio, país tem estoques suficientes de produtos essenciais e transportou por via aérea 300 toneladas dessas mercadorias, segundo ministro.
Nesta semana, representantes de alguns dos maiores bancos centrais do mundo se reúnem para analisar as consequências do conflito no Oriente Médio. Aumento do custo da energia deve deflagrar alta nos preços.
Na quinta-feira (12), voo parte da capital do Catar com destino a São Paulo. Na sexta-feira (13), há saídas do Aeroporto de Guarulhos para Doha. Espaço aéreo do Catar segue fechado, com autorização apenas para operações limitadas.
Os preços do petróleo subiram expressivamente nesta segunda-feira (9) em função do conflito dos Estados Unidos e Israel com o Irã. Desde o início dos ataques, o preço do barril de WTI aumentou 70%, o que nunca havia sido registrado em um período tão curto.
O ministro para Assuntos de Energia do Catar, Saad bin Sherida Al Kaabi, falou que o conflito forçará os estados do Golfo a pararem com a produção e o fornecimento de energia em poucos dias.
País árabe chamou residentes a se inscreverem em plataforma nacional de voluntariado para juntar esforços em função dos ataques do Irã. Há espaço para ajuda em saúde, engenharia, logística, administração, regulamentação e outras áreas.
No Vaticano, Salman bin Hamad Al Khalifa, que também é primeiro-ministro do do Bahrein, teve conversas sobre a convivência pacífica entre as relações e a necessidade do fim do conflito no Oriente Médio.
Relatório divulgado pelo Acnur nesta quarta-feira (14) aponta que o número global de deslocamentos forçados é recorde. Uma em cada 74 pessoas deixa seu lar por causa de guerra, perseguição ou violação de direitos humanos.

