O país passa a ocupar o 56º lugar em um grupo de 133 economias. Os avanços nos pilares de estabilidade econômica e sofisticação do mercado financeiro foram os fatores que mais contribuíram.
As exportações nacionais de revestimentos cerâmicos para os Emirados ficaram em US$ 4,3 milhões em 2008. Segundo pesquisa da Anfacer, houve crescimento grande desde 2000 nas vendas ao Oriente Médio.
A primeira edição da mostra, que segue até quinta-feira no Expo Center Norte, pretende atrair produtores, processadores, exportadores, distribuidores e importadores de todas as partes do mundo.
Entre os 18 compradores internacionais que vão participar da rodada de negócios da Febrava, está uma companhia dos Emirados Árabes interessada na importação de ar condicionado e refrigeração.
Houve uma redução de mais de 50% em comparação com o período de janeiro a agosto de 2008. Em agosto, as vendas externas avançaram 4% em relação a julho.
Curitiba tem um centro cultural e gastronômico dedicado a um egípcio: Alberto Massuda, artista plástico falecido que viveu no estado a partir de 1957 e foi um dos precursores locais do surrealismo.
A região importou 915 mil sacas de café do Brasil entre janeiro e agosto, segundo dados do Cecafé. O volume correspondeu a US$ 111 milhões. O principal mercado no período foi a União Européia.
O diretor geral do Fundo, Dominique Strauss-Khan, afirmou que economia mundial está ‘emergindo’, mas os governos devem ‘pecar pelo excesso’ de zelo ao decidir sobre o fim de políticas de estímulo.
O ministro da Fazenda afirmou que o país está crescendo entre 4,5% e 5%, o que contrasta com a retomada lenta das economias centrais. Ele não acredita em recaída.
Os recursos totais necessários para a instalação do trem são de R$ 34,6 bilhões. Serão construídos 518 quilômetros de trilhos e túneis para ligar os estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
Especialistas em estudos árabes do Brasil e Portugal articulam a criação de uma associação. A iniciativa foi discutida e recebeu adesões em um encontro no Rio nesta semana.
O país, que já foi o principal produtor de grãos do Oriente Médio, hoje importa a maior parte do que consome. O processo de reabilitação da agricultura iraquiana tem foco inicial no Curdistão.
O país tem papel essencial no processo, segundo presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick. A China está, segundo ele, adotando ações importantes para estimular a demanda interna.
Relatório da entidade estima retomada mais rápida do que a prevista anteriormente. A organização diz, porém, que o ritmo desse processo vai ser modesto e deverá se manter por boa parte de 2010.

