Foi o melhor mês dos últimos quatro anos. Foram arrecadados R$ 130 bilhões, segundo Receita Federal.
Estimativa foi feita pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Segundo presidente da entidade, mercadorias não estão chegando nos portos para embarque.
O drama ‘A Amante’ terá sessão exclusiva e debate no Cine Caixa Belas Artes nesta terça (29) às 20h, com Salem Nasser, da FGV, e Luiz Zanin, crítico de cinema. O evento é gratuito.
Mercado financeiro acredita que economia brasileira crescerá 2,37% neste ano. Estimativa da semana passada era de 2,50%.
Empresa de cosméticos brasileira já exporta para o Iraque, Emirados e Arábia Saudita. Principais produtos vendidos para os árabes são a progressiva, a máscara capilar e o sérum.
O Museu da Imigração reúne gastronomia, dança, música e artesanato de mais de 50 nacionalidades nos dias 3, 9 e 10 de junho.
Pesquisa mostra que aumentou de 25% para 34% o percentual de micro e pequenos empresários brasileiros dispostos a investir nos próximos seis meses. Compra de máquinas está entre prioridades.
Relatório do organismo internacional sobre o País defende necessidade de reformas para crescimento no médio prazo. FMI, no entanto, percebe o Brasil resiliente a choques externos.
Falando em seminário no Rio de Janeiro, Ilan Goldfajn afirmou que normalização de taxas de juros em economias avançadas tem produzido volatilidade no mercado internacional.
Transações foram realizadas no primeiro trimestre, segundo levantamento da KMPG. Fusões e aquisições cresceram 15% no período no País.
País é o primeiro entre árabes com maior número de bilionários, segundo levantamento do AfrAsia Bank. No ano passado eles eram 13 nos Emirados e passarão a ser 20 em 2027.
Escritório fica no centro da cidade portuária de Itajaí, grande polo de exportação para os países árabes. O objetivo é reduzir custos e dar mais agilidade aos processos, se aproximando dos associados da região.
Pelo terceiro mês seguido, País registrou superávit em transações correntes em abril.
Recente valorização da moeda norte-americana diante do real fará com que consumo de brasileiros em outros países cresça menos, acredita chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central.

