Da redação
São Paulo – A balança comercial da Região Sul registrou no primeiro mês do ano, o total de US$ 1,399 bilhão em exportações, resultando um crescimento de 31,04% nas vendas se comparado ao mesmo período de 2003, quando foram comercializados US$ 1,067 bilhão. Este foi o maior aumento de todas as regiões do País, superior à média nacional de 20,6%.
A região Sul é responsável por 24,12% por tudo que é vendido pelo Brasil no exterior. As importações chegaram a US$ 614 milhões e o superávit de US$ 785 milhões é o segundo maior do País, segundo os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Os principais mercados compradores em fevereiro foram os Estados Unidos (de US$ 261 milhões em 2003, para 262 milhões em 2004), a Argentina (de US$ 48 milhões em 2003, para US$ 108 milhões em 2004) e a China (de US$ 12 milhões em 2003, para US$ US$ 68 milhões em 2004).
O Rio Grande do Sul foi o estado com maior crescimento nas exportações da região, com 37%, e continua sendo o maior exportador também, com US$ 617 milhões nas vendas em relação ao ano passado. Os principais itens vendidos foram calçados de couro natural, bagaços e outros resíduos sólidos de cana, trigo, grãos de soja, óleos de soja e pedaços e miudezas de galos e galinhas. Já nas importações registrou-se o total de US$ 268 milhões.
Santa Catarina também aumentou suas exportações, passando de US$ 203 milhões de janeiro do ano passado para US$ 274 milhões no mesmo período deste ano, o que representa um crescimento de 34%. A principal venda do estado foi de pedaços e miudezas de galos/galinhas, seguida de motocompressor hermétrico, carnes de galos, ladrilhos de cerâmica, roupas de toucador/cozinha e tecidos atoalhados e móveis de madeira. As importações foram de US$ 97 milhões.
Já o Paraná registrou vendas de US$ 507 milhões e crescimento de 22% sobre o mesmo período comparativo. Os produtos mais comercializados no período foram bagaços e outros resíduos sólidos, milhos em grão, automóveis, óleos de soja, madeiras compensadas e pedaços e miudezas de galos e galinhas. As importações chegaram a US$ 248 milhões.

