São Paulo – A Way Back, empresa de soluções em crédito e cobrança de São Paulo, viu neste ano a demanda por serviços no mundo árabe aumentar. A companhia trabalha com recuperação de crédito e elaboração de relatórios sobre empresas e, de acordo com o gerente de Marketing e Novos Negócios da Way Back, José Bacci, neste ano cresceu a procura por relatórios comerciais e financeiros sobre companhias do mundo árabe. O serviço normalmente é buscado por empresas brasileiras que pretendem exportar para a região e necessitam de mais informações sobre o interlocutor árabe.
A Way Back é brasileira, mas faz parte, como acionista, de uma rede internacional chamada TCM Group, que tem agentes em 155 países. Dessa forma, a Way Back consegue oferecer serviços tanto de recuperação de crédito quanto de relatórios, chamados international reports, no exterior, com a parceria dos agentes. No mundo árabe, a TCM Group tem representação na Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Jordânia, Líbano, Marrocos, Tunísia e Catar. Mas mesmo nos demais países da região, ela oferece serviços por meio dos agentes que estão mais próximos.
A recuperação de crédito no exterior normalmente é solicitada por companhias brasileiras que não receberam o pagamento das suas exportações. Segundo Bacci, as demandas desse tipo de serviço no mundo árabe, porém, se resumiram até hoje a “pouquíssimos casos”, já que os árabes costumam ser bons pagadores. Além das leis locais rígidas, está na cultura árabe a retidão nos negócios, explica o consultor de assuntos internacionais da Way Back, Sérgio Pereira. Em relatórios, no entanto, a Way Back já teve solicitações sobre empresas dos Emirados Árabes Unidos, Líbano, Jordânia, Arábia Saudita e Kuwait.
De acordo com Bacci, a região do mundo para onde há mais demanda em recuperação de crédito é Estados Unidos. Um dos motivos, explica Pereira, é que no mercado norte-americano há muitas facilidades para abertura de empresas. O Brasil também exporta um grande volume de produtos para os Estados Unidos. Os casos de inadimplência de exportações normalmente ocorrem, explica Bacci, quando a venda é feita sem as garantias devidas. Entre os segmentos que mais enfrentam esse tipo de problema, no Brasil, de acordo com Pereira e Bacci, estão o têxtil e o de pedras ornamentais.
Desde setembro do ano passado, quando começou a crise financeira internacional, a Way Back cresceu bastante já que, com as dificuldades de pagamentos, a empresa teve mais demanda. “Dobramos o número de funcionários”, explica Bacci. Em função disso, a Way Back aumentou bastante de tamanho e agora quer buscar novos mercados para continuar o processo de crescimento. A empresa presta serviços para pessoas jurídicas – de todos os portes e tem 18 anos de experiência no mercado.
Recentemente, a companhia entrou em um novo segmento, que é a recuperação de créditos para bancos e financeiras. A Way Back também tem um serviço chamado Law Office, no qual oferece o serviço de cobrança judicial. Esse trabalho também pode ser feito em outros países. O pagamento dos serviços da Way Back é feito pela chamada “comissão de êxito”, que é um percentual sobre o montante financeiro recuperado. No Brasil, a empresa tem filiais nas cidades de Porto Alegre, Blumenau, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Fortaleza, e um total de 160 funcionários.
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Way Back
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Site: www.wayback.com.br
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