Indicador medido pela Fundação Getulio Vargas avançou 3,6% no terceiro trimestre deste ano sobre o segundo. Mas o número de empresas que vai reduzir investimentos é maior.
Autor: Agência Brasil
Entrada de dólares no Brasil voltou a superar a saída após três meses seguidos de saldo negativo.
Segundo IBGE, produção da indústria recuou de junho para julho em oito de 14 locais pesquisados. Quedas mais acentuadas ocorreram no Paraná e no Ceará.
Regra define a cobrança de de 17,5% de Imposto de Renda e 17,5% de multa sobre montante enviado irregularmente por brasileiros ao exterior.
Segundo estimativa de instituições financeiras, PIB do Brasil deve encolher 2,44% em 2015 e 0,5% em 2016. Levantamento é feito semanalmente pelo Banco Central e perspectivas pioraram.
Brasileiros retiraram mais do que depositaram na caderneta de poupança em agosto, segundo dados do Banco Central.
Fabricação de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus caiu no mês passado sobre agosto de 2014, segundo balanço da Anfavea.
Titular da pasta do Planejamento, Nelson Barbosa disse que o País necessita buscar esta meta. Proposta de Orçamento para 2016, porém, prevê déficit primário de 0,5%.
Desde o começo do ano até a última sexta-feira (28), a entrada de dólares superou as saídas no Brasil em US$ 9,8 bilhões. O resultado ficou bem acima do mesmo período do ano passado.
As fábricas de veículos, reboques e carrocerias do País acumulam queda na produção no período de janeiro a julho deste ano, segundo o IBGE.
Receita do setor industrial recuou 0,2% em julho sobre o mês anterior segundo pesquisa da CNI.
Boletim Focus mostra expectativa de recuo de 2,26% na economia brasileira este ano. Na semana passada, estimativa era de 2,06%.
Resultado da instituição foi influenciado pela alta do dólar.
Resultado foi o pior para o mês. No acumulado do ano, o setor público consolidado registra superávit primário de R$ 6,2 bilhões.

