Instituições financeiras aumentaram a projeção de queda para a economia do Brasil em 2015. Estimativa da semana passada era recuo de 2,7%, segundo pesquisa do Banco Central.
Autor: Agência Brasil
Tribunal recusou recurso do Chile que questionava a competência da instituição para julgar o caso.
Medida visa segurar a cotação da moeda norte-americana, que chegou a valer R$ 4,24 na quinta-feira. No final do dia, moeda terminou valendo R$ 3,99.
Banco Central espera retração de 2,7% do Produto Interno Bruto do País em 2015, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (24). Projeção anterior era de 1,1%.
Índice medido pela Fundação Getulio Vargas recuou em setembro sobre agosto.
Banco Central manteve projeção de avanço para saldo de operações de crédito. Em agosto eram R$ 3,13 trilhões que sistema financeiro mantinha em empréstimos com consumidores e empresas.
Segundo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, atual valorização da moeda norte-americana é movimento mundial e não é um problema apenas para o Brasil.
Estimativa para 2015 caiu de US$ 81 bilhões para US$ 65 bilhões. Instituição diz que investimento estrangeiro direto será suficiente para financiar o saldo negativo em transações correntes.
Estatal divulgou que está ‘em negociações finais’ com a Mitsui sobre participação em sua subsidiária do setor de gás.
Projeção de instituições financeiras piorou pela décima semana seguida, segundo pesquisa do Banco Central.
Queda ocorreu sobre junho. Em relação a julho de 2014, o recuo foi de 4,25%, segundo pesquisa do Banco Central. Índice avalia a evolução da atividade econômica brasileira.
Número de postos de trabalho ficou 0,7% menor de junho para julho, segundo IBGE.
Índice da Confederação Nacional da Indústria ficou em 35,7 pontos. É o menor valor da série histórica do levantamento, iniciado em 1999.
Moeda norte-americana encerrou esta quinta-feira cotada a R$ 3,882, maior preço desde outubro de 2002.

