Na semana passada, comércio do Brasil com o exterior teve saldo positivo pela primeira vez no ano.
Autor: Agência Brasil
Analistas ajustaram para cima as suas estimativas para o crescimento da economia brasileira em 2012 e 2013, para 3,3% e 4,2%, respectivamente.
Decisão foi tomada em conversa entre a presidente Dilma Rousseff e seu colega mexicano, Felipe Calderón. Brasileiros querem incluir mais veículos no tratado, além dos de passeio.
O país produziu 768 milhões de barris de petróleo e 24 bilhões de metros cúbicos de gás natural no ano passado, segundo dados da ANP. Os números são recorde.
Saldo negativo de US$ 1,291 bilhão foi o maior para o período desde o início da série histórica, em 1973. Crise internacional reduziu demanda por produtos, segundo a secretária de Comércio Exterior.
Resultado da entrada e saída de dólares do Brasil foi registrado em janeiro, até o dia 27, segundo o Banco Central.
Novo sistema que permite o cadastro pela internet de operações de comércio exterior entra em vigor nesta quarta-feira. Ministério da área ainda esclarece dúvidas.
Investimentos estrangeiros diretos no Brasil somaram US$ 66,66 bilhões no ano passado, o que serviu para financiar o saldo negativo de US$ 52,612 bilhões em transações correntes, valor histórico.
Recursos foram disponibilizados em forma de títulos da dívida pública. Operação encerra aporte de R$ 55 bilhões no banco autorizado no ano passado.
Siderurgia nacional produziu 35,2 milhões de toneladas de aço bruto no ano passado. Fabricação de laminados, porém, caiu 1,1% e ficou em 25,1 milhões de toneladas.
Cifra de 2011 é a mais alta desde 1997, quando o dado começou a ser apurado. Houve crescimento de 12% em relação a 2010.
Banco de fomento do governo federal liberou R$ 139,7 bilhões no ano passado. Presidente da instituição diz que indústria buscou financiamento no mercado de capitais.
Este é o resultado da entrada e saída de moeda estrangeira do Brasil até o dia 13, de acordo com informações do Banco Central.
Segundo pesquisa do Banco Central, analistas do mercado financeiro reduziram estimativa de avanço do PIB do Brasil de 3,3% para 3,27% em 2012.

