A partir de sua participação na Cúpula da União Africana, na próxima semana, na Líbia, o presidente quer ‘multiplicar a escala’ das inicitiavas de cooperação do Brasil com os países do continente.
Autor: Alexandre Rocha
O mercado de capitais do Brasil tem despertado grande interesse de investidores de outros países em desenvolvimento, além de ter voltado a receber volumes expressivos de recursos externos em geral.
With the economies of the United States and Europe in recession, Brazilian companies seek expansion of sales to alternative markets to reduce losses. There are successful cases, others not so.
Com as economias dos EUA e da Europa em recessão, empresas brasileiras procuram ampliar as vendas para mercados alternativos para diminuir as perdas. Existem casos de sucesso, e outros, nem tanto.
Empresas brasileiras participaram de feira de cosméticos em Dubai e estimam exportações de US$ 4,5 milhões no futuro próximo. Duas delas vão utilizar o Centro de Negócios da Câmara Árabe e Apex.
Os embarques do Brasil para a região renderam US$ 3,3 bilhões no período de janeiro a maio deste ano. Houve aumento nas vendas de açúcar, aviões, milho, soja, material elétrico, fumo, papel e animais.
O país avança no projeto de desenvolvimento do setor. Na quarta-feira foi inaugurada a fábrica de etanol construída pela brasileira Dedini, que forneceu equipamentos no valor de 15 milhões de euros.
O mercado da região foi o que mais cresceu para as exportações de produtos agropecuários brasileiros em maio. As vendas renderam US$ 457 milhões, um aumento de 28,8% sobre o mesmo mês de 2008.
O país é hoje um dos cinco maiores destinos de abertura de redes de varejo do mundo, segundo Mohamed Rizk, da agência egípcia de promoção de investimentos. Egípcios querem ampliar o ramo de alimentos.
A meta faz parte de um plano de desenvolvimento do país. Até o ano passado, o total investido em projetos industriais chegou a US$ 21 bilhões. A exportação de manufaturados deverá chegar a US$ 13 bi.
Os empreendimentos serão desenvolvidos na forma de parcerias público-privadas e abertos a empresas locais e internacionais. Entre as obras estão rodovias, portos e transporte hidroviário.
As companhias dos ramos de construção, equipamentos odontológicos, tubos e conexões, madeiras, lácteos e autopeças vão expor no estande organizado pela Câmara Árabe e embaixada brasileira.
Uma delegação do país árabe estará no Brasil na próxima semana com o objetivo de identificar oportunidades comerciais e de investimentos. Vão ocorrer reuniões com empresas e entidades setoriais.
O presidente da Sagia, a agência saudita de promoção de investimentos, Amr Al Dabbagh, viaja no final do mês para falar com empresários sobre projetos em seu país e conhecer oportunidades no Brasil.

