Economia global deverá ter expansão de 3,4% neste ano e de 3,6% em 2017. Brasil pode encerrar 2016 com retração de 3,5% e Oriente Médio, com crescimento de 3,6%.
Autor: Da Redação
Segundo a Serasa Experian, 2015 foi o quarto ano seguido com fraco desempenho na busca por financiamento.
Saldo de US$ 621 milhões foi resultado de exportações de US$ 3,145 bilhões e importações de US$ 2,524 bilhões. Na primeira semana de janeiro, balança havia registrado déficit.
Estatal produziu em média 2,6 milhões de barris equivalentes de petróleo e gás no Brasil, um aumento de 5,5% em comparação com 2014.
Petróleo em baixa e instabilidade na economia chinesa afetaram o desempenho do câmbio e do mercado de ações.
Índice de Atividade Econômica teve recuo de 0,52% em novembro, segundo informações do Banco Central.
Embarques do país renderam US$ 22 bilhões em 2015, um crescimento de 6,7% sobre 2014, e as compras externas somaram US$ 37 bilhões, um recuo de 5,6%. Déficit comercial caiu 18%
Em 2015, clientes receberam 101 jatos comerciais e 120 executivos produzidos pela indústria aeronáutica brasileira. Contrato com a Emirates foi um dos destaques do período.
Produção brasileira foi indicada na categoria de ‘Melhor animação’ e a jordaniana na de ‘Melhor filme estrangeiro’.
Moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 4,01. Bolsa de Valores de São Paulo fechou em queda de 1,44%.
Pesquisa da consultoria KPMG mostra que estrangeiros compraram 296 empresas no Brasil e que brasileiros adquiriram 66 companhias no exterior em 2015.
Quantia é necessária para financiar auxílio aos afetados pela guerra civil. São 4,7 milhões de refugiados e 13,5 milhões de deslocados internos.
Ministério da Justiça assinou acordos com os governos do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e com as prefeituras de Porto Alegre e Florianópolis, para instalação de centros de referência e acolhida de imigrantes.
Aumento ocorreu em relação a outubro de 2015 e foi o segundo consecutivo. Em comparação com novembro de 2014, porém, houve um recuo de 7,8%.

