Vendas internacionais recuaram 8,9%, segundo Organização Internacional do Café. Também houve queda no comércio global no atual ano safra, que começou em outubro de 2014.
Autor: Da Redação
Petroleira concentrou 89,2% dos investimentos feitos pelas estatais federais brasileiras nos quatro primeiros meses deste ano. Empresas usaram 17,9% do orçamento previsto para o ano.
Nos três primeiros meses deste ano, queda foi de 0,2% em comparação com o último trimestre de 2014. Já sobre mesmo período do ano passado, a diminuição foi de 1,6%. Agronegócio teve desempenho positivo.
Bovespa cai 0,48%, em dia de queda das ações da Vale e leve alta dos papéis da Petrobras.
Estudo da Organização Internacional do Trabalho mostra que 338 mil pessoas não tinham emprego nos territórios ocupados em 2014.
Companhia aérea dos Emirados conseguiu crescimento de 52,1% no lucro líquido em 2014, com US$ 73 milhões. A receita avançou 26,7% e a empresa transportou 14,8 milhões de passageiros.
Ocorreram 196 operações no primeiro trimestre, um pouco abaixo da média de transações no mesmo período dos últimos três anos.
Indústria brasileira de bens de capital vendeu menos ao exterior no mês passado e também no quadrimestre. Equipamentos para agricultura, logística e construção civil tiveram pior desempenho.
Relatório sobre situação da fome no mundo indica queda na quantidade de vítimas. Diretor-geral da instituição, o brasileiro José Graziano afirma que é possível eliminar o problema.
Vice-presidente foi homenageado por diplomatas árabes. Ele defendeu o aumento do comércio do Brasil com os países do Oriente Médio e Norte da África.
Tradicionalmente superavitária, balança comercial do país registrou saldo negativo de US$ 744 milhões no mês passado.
Ajuste fiscal no Brasil e incertezas sobre a Grécia pressionaram cotação da moeda, que chegou a R$ 3,15, em alta de 1,67%.
Evento internacional acontece nos dias 15 e 16 de junho na cidade de Belém. Encontro irá reunir especialistas do setor de diversos países para abordar tendências e promover parcerias.
Acordo de livre comércio entre o Mercosul e o país árabe passa na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara, mas ainda precisa ser analisado pelo Plenário.

