Embarques do Brasil para a região renderam US$ 820 milhões em maio. Carnes, açúcar e soja foram os principais produtos comercializados no mês.
Autor: Da Redação
Recuo foi de 3,4% em relação a abril e de 6,5% em comparação com maio de 2014. No acumulado do ano, foi registrado crescimento de 4,1%.
Delegação do Fundo Monetário Internacional observa que economia tem evoluído e prevê crescimento para os próximos anos. Mas o país precisa depender menos de doações.
Relatório do Acnur mostra que já há 59,5 milhões de pessoas vivendo fora dos seus lares em função de guerras. O crescimento é recorde e a situação síria acelerou o processo.
Marco Zero Conteúdo foi ao ar nesta terça-feira com promessa de veicular reportagens aprofundadas e de interesse público.
Empresa foi considerada a melhor do mundo, segundo o ranking da consultoria Skytrax, feito com base em avaliação de passageiros. Emirates tem o melhor entretenimento de bordo.
Investimentos da indústria de transformação deverão ficar em R$ 109,7 bilhões neste ano contra R$ 163 bilhões em 2014, segundo pesquisa da Fiesp.
Exportações brasileiras ao país somaram US$ 67 milhões em maio, um aumento de 165% sobre abril e de quase 100% em relação a maio de 2014.
Exportações superaram as importações em US$ 678 milhões na última semana, segundo Ministério do Desenvolvimento. Saldo também está positivo nas duas primeiras semanas do mês e no acumulado do ano.
Vendas de sapatos brasileiros no exterior recuaram nos cinco primeiros meses do ano e em maio individualmente. Entre os árabes, Emirados comprou mais.
Rodadas de negócios entre empresas brasileiras de mel e importadores ocorreu nesta quarta-feira (10) e quinta-feira (11) em São Paulo. Árabes participaram.
Extração em parceria com outras empresas atingiu 726 mil barris de petróleo por dia em maio. No total, porém, produção foi menor do que a de abril.
Mais de 923 mil pessoas visitaram o país árabe em abril, um aumento de 7,4% sobre o mesmo período de 2014, de acordo com a agência de estatísticas do país.
David Neeleman lidera consórcio que irá comprar 61% da companhia aérea estatal portuguesa.

