Encontro em Paris vai discutir a criação de empregos para os jovens no continente e terá participação de representantes de países árabes.
Autor: Da Redação
Estudo do Fundo elogia o desempenho das nações em desenvolvimento durante a crise, mas alerta que elas deverão se preparar para ‘choques no horizonte’.
O país reduziu sua produção para 300 mil barris diários durante o conflito civil no ano passado, mas retomou a atividade e pretende atingir três milhões de barris em 2015.
Encontro será realizado de 24 a 26 de maio de 2013. Cerca de mil pessoas, entre governantes, empresários e representantes da sociedade civil deverão participar.
Relatório do FMI aponta melhoras na situação econômica do país e prevê recorde na reserva de moeda estrangeira, que deve chegar a US$ 750 milhões até o final de 2012.
Licitação de US$ 1 bilhão foi vencida por consórcio formado por grupo da Arábia Saudita com sócios minoritários da Espanha. Parque solar vai gerar 160 megawatts em Ouarzazate.
Embarques brasileiros renderam quase US$ 5 bilhões, mas a média diária foi 11,3% menor do que a das duas primeiras semanas de setembro.
Anúncio foi feito nesta segunda-feira (24) após reunião entre os países doadores em Nova York.
Fórum de Comércio da África ocorre nesta semana em Adis Abeba, capital da Etiópia, e vai discutir como reforçar os negócios entre os países da região.
Alerta é das Nações Unidas, que afirma que os conflitos entre o governo e grupos armados têm deixado mais de 500 mil habitantes sem lar.
A organização diminuiu de 3,7% para 2,5% a expectativa de expansão do comércio mundial em 2012 e de 5,6% para 4,5% em 2013. Diretor geral critica o protecionismo.
Companhia Rotana Jet, de Abu Dhabi, é a primeira a oferecer rotas internas regulares no país. O modelo utilizado é o jato ERJ 145, produzido pela indústria brasileira.
Localizada na capital Cartum, usina tem por objetivo aumentar as exportações e deve produzir 328 toneladas por ano. Para 2012, país espera que receitas com a venda do metal cheguem a US$ 3 bilhões.
Ranking elaborado pela escola de negócios da Universidade de Navarra em parceria com a consultoria Ernst & Young indica quais são as nações mais atraentes para os investidores estrangeiros.

