Contribuição vai para fundo do FMI lançado para ajudar o novo país africano a criar instituições macroeconômicas consideradas essenciais.
Autor: Da Redação
Medida será adotada pelo maior produtor mundial da commodity para reduzir os preços do produto no mercado internacional.
Segundo o FMI, 19% da população da Cisjordânia e 30% dos moradores da Faixa de Gaza não têm trabalho. Caixa para pagar salários está comprometido.
Lima recebe a reunião de chefes de estado da América do Sul e Países Árabes em outubro com expectativa de captar investimentos estrangeiros, segundo notícia publicada na imprensa peruana.
Construído em pátio interno do museu francês, novo espaço irá expor mais de três mil obras de arte criadas em países islâmicos. Acervo compreende período de 1.300 anos.
Evento começa nesta terça-feira (18) e trata, entre outros temas, da solução de conflitos através de meios pacíficos e dos resultados da Rio+20. Debate de chefes de estado inicia na próxima semana.
País receberá especialistas da Unesco na próxima semana para se encontrar com representantes do governo e discutir que acervo a instituição deverá ter.
O país árabe deve investir a quantia na construção de três plantas com capacidade total para produzir 35 milhões de toneladas ao ano. O consumo argelino é mais de quatro vezes superior à produção.
Participantes do Fórum Econômico Árabe Europeu, no Líbano, concluíram que instituições de fomento serão essenciais para crescimento destas nações. Novos governos irão precisar de ajuda.
Proposta da União Europeia foi feita nesta quinta-feira (13) ao presidente Mohamed Morsi, que visita o continente. Repasse pode chegar a 700 milhões de euros.
Economia do país árabe deve crescer no ano que vem motivada principalmente pelo consumo doméstico, que avançará 5,3% contra 3,1% previsto para 2012.
Relatório divulgado pela agência da ONU afirma que austeridade não se reflete necessariamente em crescimento e que a desigualdade de renda afeta o desenvolvimento econômico.
Fundação Biblioteca Nacional tem inscrições abertas para editoras estrangeiras interessadas em promover autores do Brasil em eventos lá fora. O recurso é de US$ 3 mil para cada iniciativa.
País do norte da África foi o melhor classificado entre os árabes. Argélia, Egito, Marrocos e Emirados também ganharam medalhas de ouro na competição.

