Em 2008, pela primeira vez na história do país, as receitas geradas pela venda de gás superaram a contribuição do petróleo para o Produto Interno Bruto. A tendência deve persistir em 2009.
Autor: Da Redação
O país do Golfo é a principal origem dos investimentimentos estrangeiros na economia egípcia. A empresa que mais aplicou recursos na nação africana foi a Etisalat, de telefonia móvel.
Estimativa sobre 2008 é da e-bit, consultoria especializada na área. Houve um crescimento de 30% em comparação com o ano anterior. O Natal foi o período de maior volume de vendas.
O país exportou o equivalente a US$ 60,9 bilhões no ano passado. O aumento das cotações até julho impulsionou o desempenho. A produção média foi de 2,37 milhões de barris por dia.
Com custo estimado em US$ 3 bilhões, a Ponte da Amizade terá cerca de 40 quilômetros de extensão e deve reduzir de quatro horas e meia para trinta minutos o tempo de viagem entre os dois países.
O selo do governo federal permitirá ao consumidor identificar os produtos orgânicos nas prateleiras dos supermercados. Ele será implementado até julho, segundo o Ministério da Agricultura.
Número é recorde anual. Foram 9,3 milhões de visitantes brasileiros e 1,7 milhão de estrangeiros. A cidade faturou R$ 8,3 bilhões com o setor e a ocupação dos hotéis ficou em 68,5% em média.
A usina gerou 94.684.781 MWh em 2008, superando o recorde do ano 2000. Nenhuma outra hidrelétrica no mundo atingiu esse volume de energia, suficiente para suprir todo consumo mundial por dois dias.
Com 1,94 mil quilômetros de extensão e custo aproximado de US$ 12 bilhões, a malha de ferrovias deverá reduzir os congestionamentos nas estradas e impulsionar a indústria logística da região.
Este será o foco da agenda estratégica do setor, aprovada pelo Ministério da Agricultura, que prevê aperfeiçoamento estatístico de produção, estoque, consumo, certificação, capacitação e pesquisa.
De janeiro a novembro, seis países árabes estavam entre os 15 maiores compradores do produto brasileiro: Egito, Argélia, Arábia Saudita, Líbia, Líbano e Emirados Árabes
De acordo com a diretora do banco, Angela Martins, o ABC do Bahrein deixou separados US$ 150 milhões para eventual utilização pela subsidiária brasileira
Sentimento geral é de que os empreendimentos em andamento, que são muitos, serão concluídos, mas novos projetos já anunciados, porém não iniciados, podem ser adiados ou até cancelados
Para o governo brasileiro, o zoneamento vem para dar uma resposta à opinião pública internacional

